Nemo: As Rosas de Berlim -

    Alan Moore, Kevin O'Neill

    Devir
    2018
    64 páginas
    2h 8m
    ISBN-13: 9788575327210
    Português Brasileiro

    Dezesseis anos atrás, a famosa pirata científica Janni Nemo se aventurou nos recônditos gelados da Antártida para resolver um importante legado de seu pai em meio à uma tempestade de loucura e quase perdeu seu Nautilus e a própria vida. Agora é 1941 e, com sua filha Hira casada com Armand Robur, o filho do famoso terrorista aeronauta, Janni criou uma aliança estratégica muito vantajosa, mas ainda tem contato restrito com o poderio militar do insano ditador germano-tomaniano Adenoid Hynkel. Porém, ao descobrir que seus entes queridos tornaram-se reféns numa assustadora Berlim, a rainha-pirata não tem outra escolha senão intervir diretamente, viajando até o coração da metrópole bestial. Contudo, dentro daquela alienada cidade estão à sua espera monstros, criminosos e lendas, incluindo os remanescentes dos notórios “Heróis do Crepúsculo”, a contraparte teutônica da Liga Extraordinária de Mina Murray. No entanto, está à espreita um perigo muito, muito maior. Alan Moore e Kevin O’Neill causam um sonoro alvoroço no século XX com esta nova aventura passada num lugar assombrado por um totalitarismo sombrio e pesadelos mecânicos. Culturas entram em conflito e vidas são perdidas nos becos negros e sangrentos onde florescem AS ROSAS DE BERLIM!

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    R .28/01/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Nemo 2 de 3

    Entendi quase nada, mas ficou nítido que a história não tem mais nada a ver com a do volume anterior. Passaram-se anos e estamos no contexto da Segunda Guerra, onde Janni, a filha do Capitão Nemo, a pretexto de resgate da filha e genro, parte em missão a uma Berlim nazista distópica (curiosidade até interessante). Pá daqui, pá de lá e tudo pareceu, em verdade, apenas para a sobreposiçäo da personagem de Moore (Janni Nemo ou Dakkar) sobre a lendária robô do filme distópico Metrópolis (já assisti) e sobre outra personagem da literatura, a Ayesha de Ela, mas essa não conheço de leitura. Quem sai viva desses encontros? Pura vaidade de sobreposição de criação, da mais f#o%d%o$n×a. Tu num me engana não seu cabra... A HQ não é ruim. é só péssima pras minhas tentativas de entendimento no surrealismo confuso e detestável do Moore.

    1 curtida

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