Em “Quando dizem que o Amor morreu”, o autor Lucas Walker consegue ir a fundo na construção da estrutura singular do eu-lírico – de seus sentimentos, desejos, medos e inseguranças, e todo o processo doloroso de escolhas – conflitando diretamente com a diversidade e singularidade de outras pessoas. Lucas transcreve em seus versos essas complexas relações de interatividade, e cria um labirinto de profundos questionamentos entre a lucidez e a loucura, verdade e ilusão, real e imaginário.

