Guerras Híbridas - Das revoluções coloridas aos golpes

    Andrew Korybko

    Expressão Popular
    2018
    173 páginas
    5h 46m
    ISBN-13: 9788577433384
    Português Brasileiro

    Neste livro, Andrew Korybko constrói um novo conceito para explicar as novas táticas dos Estados Unidos para derrubar governos. A Guerra Híbrida é a combinação de revoluções coloridas e guerras não convencionais para substituir governos. Partindo do estudo de caso da Síria e da Ucrânia, o autor constrói um novo conceito, cujo modo de operação pode ser facilmente identificado em outros conflitos no Oriente Médio e na América Latina. A Guerra Híbrida é o modelo de intervenção para o século XXI. “Se o padrão que os EUA vêm aplicando atualmente na Síria e na Ucrânia for indicativo de algo, no futuro a guerra indireta será marcada por “manifestantes” e insurgentes. As quintas-colunas serão compostas menos por agentes secretos e sabotadores ocultos e mais por protagonistas desvinculados do Estado que comportam-se publicamente como civis. As mídias sociais e tecnologias afins substituirão as munições guiadas como armas de ‘ataque cirúrgico’ da parte agressora, e as salas de bate-papo online e páginas no Facebook tornar-se-ão o novo ‘covil dos militantes’. Em vez de confrontar diretamente os alvos em seu próprio território, conflitos por procuração serão promovidos na vizinhança dos alvos para desestabilizar a periferia dos mesmos. As tradicionais ocupações militares podem dar lugar a golpes e operações indiretas para troca de regime, que são muito mais econômicos e menos sensíveis do ponto de vista político”.

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    Bruno Palmeiras11/01/2023Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Muito cuidado com este livro

    Que guerras híbridas existem é fato, mas vcs sabem quem é o autor deste livro e oq ele defende? Ele é filhote do Alexander Dugin, defensor da extrema direita europeia e do Putin. Já tá bom para vocês? Se não tiver, veja o símbolo do partido que o Dugin criou. Lembra algum símbolo da Alemanha da década de 30-40 do século passado? E mais, agora sobre o livro, ele aborda Revoluções Coloridas com um preconceito digno de quem é contra minorias identitárias. Claro que entendo que o identitarismo não pode ser liberal, jamais, porque sendo assim será e é facilmente cooptado pelo sistema, mas aborda-lo com uma visão homofóbica e sexista como o autor o faz é RICIDULO

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