They Called Us Enemy -

    George Takei, Justin Eisinger, Steven Scott, Harmony Becker

    Top Shelf Productions
    2019
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-10: 1603094504

    George Takei has captured hearts and minds worldwide with his captivating stage presence and outspoken commitment to equal rights. But long before he braved new frontiers in Star Trek, he woke up as a four-year-old boy to find his own birth country at war with his father's -- and their entire family forced from their home into an uncertain future. In 1942, at the order of President Franklin D. Roosevelt, every person of Japanese descent on the west coast was rounded up and shipped to one of ten "relocation centers," hundreds or thousands of miles from home, where they would be held for years under armed guard. They Called Us Enemy is Takei's firsthand account of those years behind barbed wire, the joys and terrors of growing up under legalized racism, his mother's hard choices, his father's faith in democracy, and the way those experiences planted the seeds for his astonishing future. What is American? Who gets to decide? When the world is against you, what can one person do? To answer these questions, George Takei joins co-writers Justin Eisinger & Steven Scott and artist Harmony Becker for the journey of a lifetime.

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    Victor17/01/2023Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    Desandou gostoso

    Assim. A HQ começa com a guerra contra os japoneses nos EUA. A segregação. O racismo. Daí narra-se a história de uma família, que foi pra campos de presos políticos e sofrem lá. Coisa e tal. Um conflito psicológico triste. Um drama familiar pesado. Fiquei comovido com a pureza das crianças. Nota 10. Mas daí. Em um momento a guerra acaba. Ok. Os políticos dos EUA entram em questões burocráticas contra ou a favor os japoneses. Ok. Em dado momento, já está tudo certo. Mas aí começou narrar a vida adulta e velha do protagonista. Ele fazendo filme. Ele trabalhando em várias coisas. Bem biográfico, bem currículo-vitae. E aí caga virtude. O protagonista aponta a direção que é a certa. "Eu sei qual é o rumo correto. Democracia é tal tal e tal". E ele diz isso meio se vangloriando por "perdoar" a nação americana pelos erros do passado. E ainda faz proselitismo pra político. Agradece a Hollywood pelas oportunidades artísticas que recebeu. A narrativa vira uma baderna só. Em dado momento a narrativa doce deixou de existir e virou propaganda eleitoral. O problema não é a concepção de mundo da pessoa. Diferenças são legais. O problema é cagar virtude e misturar isso na arte, achando que tem condição mental de apontar um caminho pra alguém. Até a página 160 é uma biografia com narrativa dramática. Depois disso vira coach político.

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