Este livro é um convite aos sacerdotes, e a todos os homens e mulheres que pretendem pôr-se ao serviço da sua Igreja ou comunidade, para que identifiquem o sofrimento dos seus próprios corações e façam dele o ponto de partida para o seu serviço. Segundo o autor, o ministro não pode manter-se à margem, como um protector neutro ou um observador imparcial, ele terá de pôr a sua busca pessoal à disposição dos outros, pois as suas feridas são a principal fonte do seu poder curativo são sinais de esperança.