Por ser inevitável é que se existe um esforço de evitá-la. Ao menos, existe esse esforço de maneira individual ou como desculpa de Estado. Nenhum indivíduo em sã consciência busca a guerra visto que é por sua vida em risco. Mas para Estados, a guerra é mais uma forma de política para assegurar soberania ou resguarda-la. Um país que não está preparado para a guerra, provavelmente será obliterado. E, por mais que estejamos vivendo em um período "pacífico" - e deixo entre aspas porque não vivemos em guerra no nosso país ou em nossos vizinhos mas pelo mundo sempre houve guerra sendo feita - uma guerra é inevitável quando os recursos de nosso país forem almejados ou nossos aliados atacados.
Para além disso, devemos levar em consideração que Estados como os EUA, União Européia, Rússia, etc., são potências militares que se favoressem com um discurso de buscar a paz. Pois, enquanto essas potências continuam se armando, outros vivem em uma crença de neutralidade. E inevitavelmente acabam sendo os campos de batalha de guerras entre as potências - vide a Ucrânia.
Isso quer dizer que nosso país deve se armar? Não necessariamente. Pois a guerra de quarta geração é muito mais de informação do que de balas e mísseis. Mas sem dúvida devemos ter soberania sobre nossas informações, o que não ocorre quando as grandes midias sociais são de outros países. E tais países tem interesses. Promover instabilidade política é um desses interesses. Manter-nos subdesenvolvidos é outro. Causar golpes militares ou conflitos ideológicos, apenas tática. A estratégia e o fim dessa guerra é subverter a vontade de soberania. Infelizmente, os EUA tem conseguido isso com êxito no Brasil e América Latina.
Mas tudo isso é papo de bêbado em bar e se quiser saber o que eu acho do livro, leia minhas notas.