Ferraz é um policial que tem sede de justiça, nem que tenha que fazê-la com suas próprias mãos. Para isso, leva o culpado para um interrogatório nada convencional numa antiga fábrica de biscoitos, completamente abandonada e imunda.
O interessante é que a fabrica narra e participa da história, dando um tom mais leve, que lembra as antigas fábulas, onze sempre tem uma moral ao fim.
Amei que é exposta a realidade nua e crua da nossa socieidade. O playboy protegido pelos pais cometendo crimes desde cedo e sempre impune. O policial justiceiro, herói e bandido, que sabe da impunidade existente e resolve resolver a situação.
A descrição do local, do interrogatório, a participação da fábrica, achei tudo incrível. Leitura fluida, conto curto porém muito bem desenvolvido e deixa gostinho de quero mais, de tão bom.