Meu playboy ideal
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Aquele clichê que amamos
Arthur só tem a casca e a fama playboy. Depois de um amor platônico encontra o amor daquela forma bem clichê
Flor de Lis é a típica mocinha, criada no orfanato lutou para se formar, trabalha pra pagar o aluguel, uma vida normal, até encontrar o playboy.
O romance é leve, chega a ser engraçado ele tentando conquista-la e descobrimos o tamanho do coração desse playboy. Sensual na medida certa. Estou maratonando essa série, mas pode ser lido pra curar ressaca literária.
Quotes
Quem diria, eu, um homem extremamente ocupado e acostumado a ter a mulher que quisesse, sentir prazer em observar a rotina de uma moça excêntrica que vi apenas uma única vez e praticamente por alguns míseros minutos.
Transei com ela pensando na Bia. Todas que eu fodia era nela que eu pensava. Talvez isso fosse uma doença e eu precisasse de algum tipo de tratamento.
Apenas a olhei, porque o que ela disse me acertou em cheio. Ela não tinha família, não tinha ninguém que a protegesse e eu, um idiota, fui um cretino com ela. De repente, a ficha caiu.
Comprei sapatos de presentes para ela, e à noite, quando você for embora, deixe-os na casa dela. Vou enchê-la de sapatos, até que me dê a oportunidade para uma boa explicação.
Confesso, eu não me envolvo com ninguém a não ser por sexo e não corro atrás de mulher alguma, Lis. Apenas duas exceções: uma quando me declarei para a Bia, após um porre; e a segunda com você. — Trocamos olhares e gelei. — Essa forma como me veem
Não posso adotá-las, mas posso dar a elas, além de algumas horas no domingo, um pouco mais de dignidade. Para começar, quero que elas tenham uma biblioteca de verdade.
Se disser que não quero fazer amor com você neste exato momento estaria mentindo. Lis, quando você se sentir pronta e à vontade faremos. No seu tempo, tudo bem? Não se sinta pressionada.
Conheci-a no dia seguinte do seu casamento, eu estava no carro quando a vi correndo feito uma maluca. Ela acabou se estatelando no chão, fui ajudá-la e desde então, não a larguei mais. A não ser um mal-entendido no flat.
Não sou coitadinha, você sim. Que, ao invés de transformar as coisas negativas da sua vida em algo positivo, perdeu o seu precioso tempo invejando os outros. Disse que tenho sorte? Não, querida, não chamo isso de sorte, eu costumo chamar de fé, esperança e batalha.
— Seus olhos parecem brasas, Arthur. Fico toda arrepiada quando você me olha assim.