O Trecho em que ele fala sobre vizinha italiana Gina EI-LO: "Faz um bom tempo que a solidão das empregadinhas não proporciona mais orgasmos milagrosos sob os tetos, mas graças à italiana a cidade vibrava sempre em altitude. Toda noite, perpetuando uma tradição rudimentar calorosa, Gina se difamava. Eu imagino que ela tentava conservar seu ar maroto, como se soldados a tivessem esperado ao sair da cama para levá-la. Quem sabe ela me esperava atrás da fina divisória. Um velho fundo romântico cristão me impedia de ir bater à sua porta. Eu considereva o prazer um esporte de indolente. Gozar no ventre de estudantes contraceptivas em tempos de paz era o mau gosto supremo. Tal exercício, se não houvesse Laurence, eu teria reservado para a guerra, que não tardaria. De acordo com minhas informações, nessas condições, tem-se realmente a impressão de arrancar confissões à vida. Gina podia então dormir sozinha com o barulho do ônibus. Eu me respeitava nos mínimos detalhes; preferia o bafo do parque Monceau aos gemidos mentolados de uma ninfomaníaca." | Por-ra, admita, estilo divo. Parisis ownz.