Tem seus pontos positivos na tentativa de combate ao bullying, mas não tem um texto muito claro pra semiótica infantil. A narrativa ainda mete uma leitura do Livro sem Palavras, que é uma ferramenta genial, mas no contexto do sofrimento do menino, a ideia de que Deus transforma o" "preto" do pecado no "branco" da pureza pode parecer uma ironia proposital.