Uma imagem perfeita de como os mundos científicos e cultural da Europa do início do século vinte influenciaram as teorias de Einstein sobre os fenômenos físicos. Neste livro, o leitor mergulha profundamente na vida de Einstein e descobre as forças fundamentais que moldaram as suas conquistas. Descobre, também, que por trás da reconhecida genialidade, muitas falhas foram cometidas, "algumas delas sanadas por outros físicos e matemáticos", e só reveladas agora. Ohanian dá vida a uma época importante do desenvolvimento da física, assinala as qualidades e as fragilidades do protagonista e demonstra o quanto é acidentado o caminho das descobertas científicas. Uma biografia maravilhosamente interativa e incomum: cada um dos "erros" de Einstein nos desafia a tentar acompanhar o funcionamento da sua mente inacreditável. Nesta biografia, minuciosa como uma investigação judicial, Ohanian revela aos leitores que o cientista mais excepcional do século vinte muitas vezes foi surpreendido cometendo - nas suas próprias palavras - "um sacrifício no altar da estupidez". Einstein desafiou insensatamente a revolução quântica que ajudou a deflagrar, mas cientistas identificaram falhas graves em algumas de suas descobertas que firmaram a reputação do físico. Ohanian documenta o fracasso repetido de Einstein ao tentar fornecer uma prova logicamente correta para a sua famosa equação: E = mc2. Mais surpreendente do que o número e a gravidade dos erros de Einstein, porém, é a maneira mistificadora pela qual o gênio de Berna chegou às conclusões corretas - até mesmo revolucionárias - apesar desses erros: alguns dos enganos flagrantes de Einstein na realidade o ajudaram a chegar a descobertas teóricas originais. O autor define Einstein como um sonâmbulo encantador, cuja profunda intuição o guiava no sentido de conclusões que marcaram época através de caminhos tortuosos. Um retrato apaixonante de um titã que encontrou o seu caminho para a imortalidade.
Os Erros de Einstein - As falhas humanas de um gênio
Hans C. Ohanian
Nota ZERO, ZERO, ZERO!!!
De fato, é muito difícil começar a falar sobre Os Erros de Einstein, de Hans C. Ohanian. De início, o autor acha que ele é o único que sabe falar alemão, aliás, mais do que qualquer outro alemão! Também, faria um enorme bem à obra, definir o que ele entende por ERRO! CONTEÚDO É simplesmente MEDÍOCRE a relação de “erros” apontada pelo autor, até por que ele considera “erro” as tentativas de desenvolvimento de um modelo teórico! Em outras palavras, Einstein teria por OBRIGAÇÃO conseguir desenvolver a Relatividade Geral, por exemplo, de uma tacada só, sem nenhum equívoco do começo ao fim com... se psicografasse as equações transmitidas por algum ser supremo!! Isso é simplesmente ridículo, mostrando que a obra é oportunista, destituída de seriedade, em teoria destinada a público leigo que pouco ou nada irá entender daquilo que o autor expõe. Para o leitor que desconhece Física, restará apenas a possibilidade (grande, por sinal) de acreditar no exposto e achar que Einstein foi apenas um idiota sortudo, péssimo em matemática, que cometeu erros infantis e se aproveitou de uma fama indevida, o autor o reportando ao estereótipo do judeu ganancioso e muquirana! Àqueles que conhecem Física em nível de graduação, poderão criticar e perceber as falhas grosseiras que Ohanian comete em suas críticas, em relação ao Postulado da Constância da Velocidade da Luz, as “falhas” nas demonstrações de Einstein de que E = mc2, na equivalência entre a Teoria de Lorentez e A Relatividade Restrita, sobre a qual, o autor desconhece até a origem do nome, do qual Einstein era contra. Daí pata frente, Relatividade Geral, Teoria do Campo Unificado, etc, é necessário um mínimo de compreensão de Cálculo Tensorial, ou o leitor simplesmente não irá entender nada do que o autor comenta, aliás, uma montanha de bobagens, inclusive a “demonstração” que ele faz sobre o “erro” do Princípio da Equivalência, o qual estipula que de DENTRO de um elevador não existe nenhum experimento que demonstre se o elevador está parado em um campo gravitacional de aceleração gravitacional g, ou está se deslocando para cima, no espaço vazio, com uma aceleração g. As discrepâncias apontadas, que são reais, por sinal, só podem ser vistas de fora. Aí já não é necessário experimento algum. Olhando-se fora, imediatamente se sabe em qual situação o elevador se encontra. Resumindo, para o leitor saber se conseguirá fazer uma análise crítica real e profunda e se irá compreender na exata medida aquilo que o autor expões, será necessário olhar para a capa do livro. Lá, Einstein está na lousa, escrevendo a equação Rik = 0. O leitor precisa saber o que significa a letra R, os índices i e k e a equação Rik = 0. Caso contrário, ele não compreenderá nada daquilo que o autor afirma, de Relatividade Geral em diante. Quanto às passagens sobre os casamentos de Einstein, seus casos amorosos, pseudocontas bancárias na Suíça, etc, nem comento. Nada disso pode ser classificado como “erro” e só serve para dar páginas ao livro, além do alto teor de “teoria da conspiração”!! DO AUTOR Não vou me estender neste comentário. Muitas das coisas que o autor afirma não possuem referências, algumas, apenas uma, e todas as que são citadas e NÃO CONCORDAM com o exposto, são desprezadas com algum comentário que desabona o autor da referência, seja chamando-os de ingênuos, seja levantando dúvidas sobre suas capacidades matemáticas, físicas, de pesquisa, etc. Curiosamente, por sua vez, Ohanian comete um erro grosseiro, quando em uma referência, ao final do livro, cita Wheller, outro físico, e wormholes, dizendo “mas não podemos concluir que Einstein assim pensava, pois wormholes eram desconhecidos naquela época”, o que é uma tremenda bobagem! O termo wormhole não existia, pois eram conhecidos como Pontes de Einstein – Rosen, um trabalho publicado em 1935, por Einstein e Nathan Rosen, onde toda a matemática desses objetos foi apresentada. Para um autor tão sabichão, desconhecer este fato é LAMENTÁVEL, mas que vem, simplesmente, a colocar a limpo a intenção desta obra: mais um caça-níquel de um espertalhão (não tão esperto assim) a faturar em cima de Einstein! PS: é possível se escrever dezenas de páginas citando e mostrando os erros do autor. É... quem sabe isso não daria um livro! Nelson Magrini ANJO A Face do Mal – 2ª ed. Autor de Os Guardiões do Tempo Relâmpagos de Sangue Isabella, em Amor Vampiro – 2ª ed. O Portador da Luz – minissérie em 10 partes em http://fontesdaficcao.wordpress.com/category/nelson-magrini/
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