Bram Stoker's vampire novel Dracula, which paved the way for vampire lore in popular culture, was published today in 1897. Here are 10 facts about the former Daily Telegraph journalist. Bram Stoker wrote 12 novels, including Dracula and The Jewel of Seven Stars, and also published collections of short stories. Dracula was originally titled The Undead. As Dracula says: “My revenge is just begun! I spread it over centuries, and time is on my side.” To date, more than 1000 novels and 200 films have been made about the vampire Dracula. Stoker, who had been an occasional freelance contributor to The Daily Telegraph in the 1890s, began working regularly for the paper as part of the literary staff from 1905 until 1910, during which time he also wrote theatre reviews for the paper. During this period, he was also working on The Lair of the White Worm. Born in Dublin on 8 November 1847, Stoker had an ancient, colourful lineage on his mother's side – including the legendary sheriff of Galway, who hanged his own son. It was material the writer mined in his fiction. A key inspiration for Dracula was always said to have been Vlad the Impaler, the 15th-century Transylvanian-born prince also known as Vlad III Dracula of Wallachia. However, historian Fiona Fitzsimons says: “Stoker did not use overtly Irish references in Dracula, but his main theme is taken from Irish history – the history, we now learn, of his own family – recast in the writer’s imagination. Manus the Magnificent (Manus O’Donnell,who once ruled much of Ireland) was Stoker’s direct ancestor and was an influence on the book."
Dracula (English Edition) -
Bram Stoker
Resenha de Drácula
Popular na cultura moderna, o vampiro, ser sobrenatural caracterizado pela macabra sede por sangue, existe há séculos nos contos da humanidade, sendo a mitologia eslava aquela responsável por criar os elementos presentes nos seres descritos em livros e filmes do séc. XXI. No entanto, apesar de seus primórdios serem tão antigos, a verdadeira ascensão do mito teve seu real início com a publicação do grande clássico, Drácula, escrito por Bram Stoker e divulgado em 1897. Nesse contexto, por meio de relatos e cartas dos protagonistas, a história conta como um grupo de pessoas lidará com o rei Nosferatu quando, de forma abrupta, suas vidas passam a ser afetadas diretamente pelo monstro imortal. Com um início devagar e muito descritivo, a obra começa com um intuito certo, causar sensação de estranheza e incompreensão no leitor. Sinal disso é a criação aqui de um Drácula, diferentemente do que se possa pensar, muito mais macabro do que realmente imponente. Tal característica é aprofundada por dois pontos essenciais, a forma ponderada pela qual os fatos são revelados, e o elemento da narrativa feita por meio das cartas e diários dos personagens, pois com esse fator, nos tornamos presos à ignorância de cada sujeito sobre os acontecimentos estranhos e à temporalidade do ocorrido. Assim, como as epístolas descrevem apenas o passado e ficam restritas aos saberes do indivíduo, o leitor, após cada capítulo, deixa de se perguntar apenas o que vai acontecer? , e passa a igualmente questionar o que aconteceu? . Como consequência, o ambiente excêntrico e as dúvidas sobre alguns ocorridos tornam a obra algo extremamente instigante e contagioso, nos aproximando da sensação de desamparo e incerteza dos personagens em cada cena. No decorrer do livro, a característica vagarosa perde a vez para um desenvolvimento acelerado, permitindo cada vez mais lacunas para o leitor imaginar por si os ambientes góticos dos capítulos. Aqui, aquela prisão aos conhecimentos temporais de cada personagem é utilizada de forma inteligente quando, por meio de uma intercalação crescente entre os relatos de cada um, o autor começa a dar uma sensação de ação e caçada enquanto, de forma sútil, cria no leitor um sentimento de presságio, como se a todo momento algo estivesse prestes a acontecer. Sobre os personagens, novamente a escolha da narrativa em formato de relatos traz consigo um acerto fundamental para a obra. Por meio das cartas, a relação de empatia com os sujeitos tende a aumentar e torna-se difícil não nos apegarmos a nenhum, afinal, com cerca de nove indivíduos recorrentes, Bram apresenta uma multiplicidade cativante de personalidades para todos os gostos. Com uma charmosa ambientação gótica e um bom uso do sobrenatural, Drácula impressiona em sua diversidade, seja narrativa, seja de personagens. Afinal, consegue, ao mesmo tempo, entregar um belo romance, um tenso suspense, um macabro terror e uma bela aventura. Ótimo livro, vale a pena a leitura. Nota: 8,5 Siga-me no Instagram: @aprendilendo_
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