The trouble begins in Venice, the first stop on Erzsi and Mihály’s honeymoon tour of Italy. Here Erzsi discovers that her new husband prefers wandering back alleys on his own to her company. The trouble picks up in Ravenna, where a hostile man zooms up on a motorcycle as the couple are sitting at an outdoor café. It’s János, someone Mihály hasn’t seen for years, and he wants Mihály to come with him in search of Ervin, their childhood friend. The trouble comes to a head when Mihály misses the train he and Erzsi are due to take to Rome. Off he goes across Italy, wandering from city to city, haunted and accosted by a strange array of figures from the troubled youth that he thought he had left behind: There are the charismatic siblings, Éva and Tamás, whose bizarre amateur theatricals linked sex and death forever in his mind; Ervin, a Jew turned Catholic monk who was his rival for Éva’s love; and again, that ruffian on the motorcycle. Antal Szerb’s dreamlike adventure, like Bulgakov’s The Master and Margarita, is an intoxicating, utterly individual mix of magic, madness, eros, and menace. In the words of the critic Nicholas Lezard, “No one who has read it has failed to love it.” Journey by Moonlight was the NYRB Classics Book Club selection for October 2014.
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Antal Szerb
Szerb nasceu em 1901 em uma família judia de Budapeste, mas foi baptizado no Catolicismo. Estudo idioma húngaro, alemão e mais tarde inglês, e obteve um doutorado em 1924. Entre 1924 e 1929 viveu na França e Itália, e passou em um ano em Londres. Como estudante publicou diversos trabalhos sobre Georg Trakl e Stefan George, e cedo se formou uma grande reputação como erudito, escrevendo estudos sobre William Blake ou Henrik Ibsen entre outros. Foi eleito presidente da Academia Húngara de Literatura em 1933 (com só 32 anos), e ao ano seguinte publicou sua primeira novela, A lenda dos Pendragon, baseada em suas experiências pessoais na Inglaterra. Sua segunda obra, a mais conhecida, é Utas és holdvilág ("O viajante baixo o resplendor da lua") publicou-se em 1937 e representa uma quase ficção autobiográfica, uma volta à adolescencia, uma mirada nostálgica ao passado. Mihály, herói e narrador, mistura o entusiasmo com a desilusão pela passagem do tempo. Constitui uma obra mestre sobre o dilema de alguém que não quer crescer mas também não pode voltar atrás. "O viajante baixo o resplendor da lua" integra-se na estirpe de novelas de Alain-Fournier, Coucteau ou Sándor Márai sobre a adolescencia perdida ainda que as trasciende: mais que voltar ao passado, olha para ele até procurar seus próprios fantasmas, encontrar o que dele há nos outros através de diferentes transformações e jogos de iniciaciação. No fundo, no horizonte do herói e do próprio Antal Szerb se intui o cataclismo histórico que vem à tona com a Segunda Guerra Mundial. Obteve uma praça como catedrático de literatura na Universidade de Szeged nesse mesmo ano. Ganhou em duas ocasiões o Prêmio Baumgarten, em 1935 e 1937. Em 1941 publicou uma História da literatura universal que ainda é utilizada hoje em dia. Também publicou um volume dedicado à teoria da novela e outro sobre história da literatura húngara. Pese a que se lhe ofereceram numerosas oportunidades para escapar à perseguição antisemita, decidiu permanecer em Hungria, onde em 1942 publicou sua última novela, Oliver VII, uma fantasía pirandelliana sobre um rei que decide se derrocar a si mesmo, e depois tem que se interpretar a si mesmo. Quando se publicou pela primeira vez, se fez passar por uma tradução de um autor inglês, já que nenhum autor judeu teria podido publicar já na Hungria nessas datas. Szerb foi deportado a um campo de concentração no final de 1944, onde foi apaleado até a morte em 1945.

