Como seria o verão perfeito para você? Para True Prince, ele começa com um desafio. E termina com o coração partido.
Ao ser desafiada pela melhor amiga a flertar com um belo surfista, ela acaba nos braços de Duke King. Com um hematoma na perna e um convite para jantar. A partir daí, temos o clichê do romance perfeito. Eles se apaixonam e tudo são flores até a realidade bater na porta. E ela tem nome: Laken King.
Duke está passando por maus bocados. Aos vinte e quatro anos, o primogênito dos King tem que lidar com o recente suicídio do pai, que destrói sua família, um irmão que se tornou bêbado, uma empresa à beira da falência, um divórcio não concluído com uma esposa infiel e um irmão de treze anos que precisa de uma figura paterna. Que tal adicionar uma paternidade inesperada?
Mal entendidos, acasos do destino, inseguranças, maldade, egoísmo, honra e família. Tudo parece colidir e afastar o casal. E dez anos depois de todos esses acontecimentos, Duke espera conseguir trazer a luz do Sol de volta a sua vida.
Não tem como não torcer pelo casal. Eles são fofos, engraçados, apaixonados e apaixonantes. Passam por muita coisa são vítimas da maldade de uma recalcada, das circunstâncias e também de suas próprias escolhas. True e seu excesso de bondade podem irritar em alguns momentos. Sempre colocar os outros a frente de sua felicidade, pode não fazer sentido depois de dez anos.
Uma narrativa emocionante, engraçada e com uma pitada de drama. O relacionamento de True e River, o amadurecimento de True e sua coragem ao confrontar Laken dão um certo alívio. Ler mais sobre River, Laird e Ophelia, que aparecem nos livros anteriores da série, faz a leitura valer ainda mais apenas e te faz torcer por um milagre.