The Weaver Takes a Wife (Weaver #1) -

    Sheri Cobb South

    Prinnyworld Press
    2018
    269 páginas
    8h 58m
    ISBN-10: B07H15FWCL

    Haughty Lady Helen Radney is one of London's most beautiful women and the daughter of a duke, but her sharp tongue has frightened away most of her suitors. When her father gambles away his fortune, the duke's only chance for recouping his losses lies in marrying off Lady Helen to any man wealthy enough to take a bride with nothing to recommend her but a lovely face and an eight-hundred-year-old pedigree. Enter Mr. Ethan Brundy, once an illegitimate workhouse orphan, now owner of a Lancashire textile mill and one of England's richest men. When he glimpses Lady Helen at Covent Garden Theatre, he is instantly smitten and vows to marry her. But this commonest of commoners will have his work cut out for him if he hopes to win the heart of his aristocratic bride.

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    Luciana Darce21/08/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Fui atrás de <i>The Weaver Takes a Wife</i> por uma indicação da Julia Quinn - acho que algum comentário que ela fez no facebook ou no twitter, não consigo lembrar agora. A capa era tão ridiculamente fofa que me conquistou no ato: peguei no kindle, li o primeiro capítulo e… passei três meses para conseguir continuar. Mas, quando o fiz, quase varei a noite para chegar ao final - o que prova que o problema não era o livro, mas meu humor mesmo. Enfim… A trama é totalmente inverossímil, mas hilária. Lady Helen Radney é uma das mais belas e mais megeras damas da sociedade inglesa. Filha de um duque, pode escolher à vontade com quem irá se casar… ou assim seria, não fosse o fato de o pai ter arruinado a fortuna da família no jogo, e sua beleza ter conquistado à primeira vista o coração de Ethan Brundy, um dos homens mais ricos do país, dono de uma fábrica têxtil. Brundy, que começou a vida como um órfão de origens desconhecidas e acabou adotado pelo dono da fábrica em que trabalhava, não se encaixa de fato na alta sociedade que o recebe por seus bolsos - mas perante a realidade de ruína financeira, o duque acha perfeitamente razoável casar a filha de olho no pagamento de suas dívidas. O texto é bem humorado, tem um certo quê de ‘megera domada’, é uma leitura leve e ótima para aquelas fases de ressaca com a vida que resultam de uma dieta reforçada de noticiário diário. Não chega a ser tão trabalhado quanto romances da Quinn e da Kleypas - duas autoras de época que sabem recriar bem o universo regencial - mas vale pela diversão.

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