Todos querem viver em um mundo melhor, mas as pessoas esbarram por muitas vezes na sensação de que falta a elas habilidade ou influência para, de fato, fazer a diferença. O pessimismo e a sensação de que o objetivo não será alcançado acabam derrotando a motivação para realizar mudanças. John-Paul Flintoff observa que, há gerações, a sociedade se transforma por meio da ação de indivíduos que entenderam que, se não gostavam de algo, podiam mudá-lo. As revoluções do século XX são um exemplo concreto. O autor aponta que a motivação para mudar positivamente está sempre presente, mas nem sempre visível. Combinando novas perspectivas da história, política e cultura moderna, o título defende a importância de se ter coragem para superar a inércia e a indiferença, além de identificar as maiores preocupações do indivíduo e inspirá-lo a dar o primeiro passo em direção à mudança
Como mudar o mundo - The School of Life
John-Paul Flintoff
Edições (1)
Ver maisComo um beija-flor
Não faço ideia de como descobri esse livro. Mas quem me conhece, sabe que dificilmente eu resistiria a um título assim. E não deu outra e assim que possível comecei a leitura. A ideia inicial era ser o livro para carregar na bolsa, pois é um livro pequeno. Mas depois de refletir melhor resolvi que leria dois capítulos por dia e estava bem assim. De cara pensei "é um autoajuda às avessas" já que a ideia aqui é ajudar os outros. Já na primeira página sou obrigada a concordar com o autor: (...) 'idepentendentemente do nosso estado de espírito, é comum concluirmos que mudar o mundo ou daria muito trabalho ou seria impossível. E, por isso, nem tantamos". Ao que dá vontade de responder: pois é, simples assim! Mas aí vem a lembrança dos #bonsexemplos recolhidos por Eduardo e Iara em seu livro: "Caçadores de bons exemplos". O que nos propõe John-Paul Flintoff é algo semelhante à parábola do beija-flor. Flintoff observa que para termos bons resultados precisamos estar motivados e engajados e o livro é rico em histórias de bons exemplos. Ele nos apresenta problemas e possibilidades, dá sugestões, mas não nos dá nenhuma formúla. Leitura ideal para começar is trabalhos para o final de ano. Um livrinho (é pequeno) para nos fazer crer que ainda há esperança e nos deixar com um quentinho no coração. Grifo "Assim como numa campanha militar, é necessário ter uma estratégia antes de escolher as táticas. Porém as técnicas não têm de ser sempre negativas, no sentido de envolver recuos ou hostilidade. Sindicatos japoneses, trabalhando para empregadores que usavam entregas com hora certa criaram a greve 'seja mais rápido' a fim de amparar a demanda por salários melhores. Descobri caso semelhante no Reino Unido. Uma biblioteca foi ameaçada de fechamento devido a cortes orçamentários. Os residentes juntaram forças para retirar todos os livros da biblioteca, esvaziando todas as estantes. (Num floreio espirituoso, se organizaram para que o último livro retirado fosse o romance de Mary Norton, Os pequeninos Borrowers.) Em outras palavras: resistiram ao plano de fechamento demonstrando que realmente usavam a biblioteca." (57) "Ninguém cometeu um erro mais grave do que quem não fez nada porque só podia fazer pouco". (140)
Estatísticas
Avaliações
4 / 50- 5 estrelas30%
- 4 estrelas38%
- 3 estrelas26%
- 2 estrelas6%
- 1 estrelas0%

