É um livro com uma carga emocional bem forte e trás temas bem pesados, fala sobre família, preconceito, perda, luto, depressão e amor.
Kate é uma médica e sua maior tristeza foi não ter conseguido salvar o filho. Ela tem tentado lidar com a dor, mas, tem sido uma luta diária. Por causa da depressão ela se isolou de todos e o seu casamento que era muito feliz e cheio de amor acabou, agora só tenta seguir e viver um dia por vez.
Em um dia de férias, ela conhece Andrew e Jade. O jovem pai não consegue fazer a filha pequena parar de chorar e resolve pedir ajuda pra mulher da casa ao lado.
Andrew é um jovem rapaz que já sofreu muito na vida, mas agora aproveita muito a vida viajando e curtindo vários lugares por causa do seu trabalho de fotógrafo. Tudo isso até descobrir que tem uma filha e que vai ter que cuidar dela, pois a mãe morreu no parto.
Quando Andrew e Kate se conhecem ele acaba propondo que ela adote Jade, mas para isso acontecer eles procuram um advogado que acaba sugerindo que eles tem que conviver um tempo juntos e fingir um relacionamento para poder convencer uma assistente social.
No tempo de convivência deles, Kate começa entender o porque dele não querer ficar com a filha e ele vai aprendendo a ser pai. E juntos eles vão encontrar um no outro muito mais que uma amizade, ou alguém de quem precisam.
Gostei muito como a depressão foi retratada no livro, é uma coisa que não temos controle. Consegui sentir toda a angústia e o sofrimento da Kate em muitas partes do livro, foi algo bem forte.
O livro é bom, mas a autora acaba trocando fatos e se enrolando em informações que ela deu em determinada parte do livro e depois mudou. Também tem os erros e as palavras trocadas.