Livre interpretação sobre Sansão, tratado como lenda, em um ridículo e insustentável drama amoroso com Dalila.
A exemplo do que fez Sansão, a obra exclui a espiritualidade da comunhão com Deus da história, em desenrolar tão ruim, mas tão ruim, que até se perde, mesmo na proposta inusitada.
Dalila diz amar Sansão, descaradamente o trai várias vezes, se arrepende de o ter entregado para os filisteus, corre para abraça-lo e morrer junto no momento de destruição do templo e em seguida sai correndo para se salvar quando começa a ruir (fala sério!), para depois se lamentar de novo (sobre os escombros).
Não é só ruim ou tosca, é grotesca! Pior adaptação em prosa ou quadrinho que até o momento li sobre o famoso juiz em Israel.