Naruto está de volta à irreconhecível Vila da Folha. Agora, ele tem que confrontar o líder da Akatsuki e encarar a Kyuubi ao mesmo tempo!
Naruto Pocket - Volume 31
Masashi Kishimoto
RESENHA DE NARUTO (VOL.31)
''Algum de vocês por acaso perguntou ao Gaara como ele se sentia?!!'' Sakura e a vovó Chiyo conseguem de Sasori a informação de que em dez dias um espião infiltrado no time de Orochimaru espera o encontrar na Ponte Tenchi na Aldeia da Grama, e após dizer isso, ele morre. Durante a perseguição a Deidara, Kakashi desperta o mangekyo sharingan e consegue usar o kamui para conter uma explosão do inimigo e recuperar Gaara. A vovó Chiyo, como seu último ato de reparação dos seus erros do passado, usa um kinjutsu criado por ela mesma para reviver Gaara ao custo de sua própria vida. Zetsu confirma a morte de Sasori, enquanto Tobi pega o anel do mais novo ex Akatsuki e solicita a autorização para se tornar o mais novo membro desta organização. ''Agora eu entendo os sentimentos da velha senhora com toda a certeza!'' Este mangá é narrado em terceira pessoa. A linguagem utilizada pelo autor é simples e os diálogos costumam ser breves e bem diretos. Neste volume conhecemos um lado mais humano de Chiyo, que pela primeira vez ousou pensar no bem coletivo e fazer algo que não fosse voltada para si mesma; assim, conseguiu se redimir dos seus erros. Neste ponto da história somos nutridos com felicidade, esperança e gratidão. Vemos que mais um membro da Akatsuki foi derrotado, o que para Konoha indica um inimigo a menos para se preocupar. Também vemos o retorno de Gaara, apesar de custar a vida de uma velha senhora ranzinza que não conseguia deixar para trás as dores do passado. Na minha opinião, o ponto alto deste volume foi ver a Aldeia da Areia comovida com a morte do seu Kazekage, e extremamente feliz quando viu o seu retorno, pois mostrou a Gaara que ele já não era mais visto como um monstro e nem julgado pelo seu passado. Pela primeira vez, Gaara se sente verdadeiramente acolhido e amado pelo seu povo. Esta foi uma leitura muito cativante e emocionante, gerando um misto de alívio e gratificação ao ver o sacrifício de Chiyo para devolver à vida a Gaara. Masashi Kishimoto, o autor desta obra, é um mangaká e escritor japonês. Eu indico este mangá para todos os públicos.
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