O Violino Segundo Meus Princípios -

    Leopold Auer

    Appris
    2019
    148 páginas
    4h 56m
    ISBN-13: 9788555079344
    Português Brasileiro

    Auer descende de uma linhagem de violinistas que passa por Corelli, Somis, Pugnani, Viotti, Rode/Spör, Böhm, Joachim/Helmsberger e Dont, um amálgama de escolas violinísticas – italiana, francesa, alemã – que serviu para moldar seu talento incontestável como professor que não se prendia rigidamente à tradição vigente do “faça exatamente como eu faço”; talvez um dos primeiros a respeitar e compreender as especificidades físicas e psicológicas de cada aluno. Nas palavras de Heifetz: “...ele foi um professor incomparável; não acredito que haja no mundo alguém que se compare a ele. Não me pergunte como ele faz, pois não saberia responder. Mas ele é diferente com cada aluno – talvez essa seja a razão da sua grandeza como professor.” (F. H. MARTENS, Violin Mastery: Talks with Master Violinists and Teachers…, entrevista com Heifetz, p. 50). Auer foi sem dúvida um esplêndido mestre, talvez o melhor, como aponta o próprio Heifetz e, por certo, essa não é uma opinião qualquer. Mas, pelo conjunto da obra, isto é, o professor e os seus célebres pupilos, a questão está selada. Este livro é essencial na biblioteca de qualquer instrumentista, juntamente com a literatura produzida pelos seus quase contemporâneos estelares Carl Flesch e Ivan Galamian. Sobre o Autor LEOPOLD Auer nasceu na cidade de Veszpém, Hungria, em 1845, e aos seis anos começou a estudar violino com um professor local. Aos oito anos seguindo conselho de amigos, seu pai o levou para Budapeste onde estudou em um internato e teve aulas de violino como sala da Ópera Nacional no conservatório de Budapeste , lá permanecendo até os 12 anos.

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    Marcos Mateus Da Silva02/10/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um resumão didático

    Cada um tem seu modo de aprender, devemos individualizar o ensino com base nas particularidades de cada aluno. haverá alunos que não terão aptdão fisica, sonora para o violino e segundo o autor não vale a pena persistir profissionalmente, pois seria perda de tempo e haverá profissões mais apropriadas. Na hora do ensino, devemos aliar as palavras a demonstração para o ensino ser eficiente. A Primeira coisa que temos que ter em mente ao ensinar violino é como se deve segurar o violino, essas instruções são primordiais para o desenvolvimento do aluno e uma melhor sonoridade. Deve-s e elevar a altuda do violino para antingir posições elevadas, sobretudo na corda sol o Polegar da mão esquerda não pode ficar acima do espelho, deve-se colocar entre o segundo e terceiro dedo para proporcionar mais agilidade, o livro propoem q para testar se a posição esta correta devemos colocar o primeiro dedo no fa ( da corda mi) o segundo no do( da corda la) o terceiro no sol ( da corda re) e o quarto no re ( da corda sol) se conseguirmos mantsr todos os dedos abaixado então estará correto, podendo partir para o proximo exercicios, levantar um por um segundo,quarto, terceiro e primeiro. Não existe um caminho correto para segurar o arco, o que existe são sugestões para ficar natural, mas só o tempo e a repetição fará com que o violinista descubra a forma mais confortável afim de produzir a melhor sonoridade, alguns violinistas deixam o indicador levantado, outros o mindinho, alguns usam o peso dos dedos para produzir sonoridade, outros o pulso, só não é aconselhável o uso dos braços, pois pode haver tensão. Para obter um bom som é preciso controlar a pressão do arco que é feita através do indicador, no cavalete a pressão é menor doq na ponta, nunca devemos usar o antebraço para pressionar, é preciso segurar o arco relaxado, porém firme, um bom jeito de obter isso é fazer exercicios de escalas lentas de 10 a 12s por corda e tentar mantar o som forte, colorido, bonito e uniforme começando tocando no meio entre cavalete e espelho. É preciso usar o vibrato com sabedoria, pois ele serve para dar maior expressão a uma frase musical ou ao climax, não devemos abusar do uso para não banalizar sua importancia Para mudar de posição é necessário que o som esteja cantable, não demonstrando essa mudança, para isso o autor da a dica de ao avançar para posições mais altas o primeiro dedo não deve ser pressionado a ponto se não poder avançar e para retroceder o primeiro dedo não deve sair da corda, o polegar não deve se agarrar exageradamente ao braço e a partir da quinta, sexta posição deve tocar com o polegar no meio do braço. o autor argumenta que para adquirir uma boa tecnica de mão esquerda é impressindivel o estudos de escalas, ele também argumenta que é importante cobeçar os estudos no violino ainda na infancia afim de adquirir o profissionalismo e estar constantemente atento a afinação dos tons e semitons, ele também apresenta dicas de materiais didáticoa como Escalas Organizadas por Ernest Lent, Estudos de Acordes para Violino de Wiliam F. Happich, o livro de Escalas de Schradieck e o primeiro volume de sua Escola de Tecnica para violino. Após aperfeiçoar os estudos de escalas o autor augere que comece os estudos de escalas em cordas duplas, em terça com atenção na afinação e na mudança ds posição, também sugere o estudo de escalas em quartas, pois ele afirma que é importante para o desenvolvimento de um bons harmonicos Para termos bom trinados o autor diz que devemos fortalecer os dedos através de exercicios sistemáticos e diários. Ele sugere o material sugerido anteriormente em cordas duplas, focando sempre nos dedos mais fracos, livros como exercicios para fortalecimento dos dedos, de Alezander Bloch e Escola de Técnica de Schradieck Vol 1 e 2, podem ajudar. Para estudar o trinado tem q levantar o dedo e permitir que caia na corda, mas não podemos mexer a mão, para um bom acorde de tres ou quatro notas devemos atacar o acorde com o pulso, usando no máximo tres quartos da superfície da crina do arco, presssionar levemente e tentar manter o arco em uma posição equidistante do cavalete e do espelho, sempre atacar duas notas ao mesmo tempo. Harmonicos Naturais são produzidos em cordaa solta, cada corda tem 4 harmonicos. Para estudar os Harmonicos Artificiais o autor afirma q deve estudar lentamente intervalo de quarta perfeita de trás para frente para acostumar com a afinação O Autor enfatiza a extrema importancia de desenvolver boas nuances ou seja tocar as músicas com sentimentos, respeitando aa dinamicas, ornamentos, tempo, ritmo, pois o violinista que não trabalha isso está fadado ao fracasso, o violino é um instrumento riquissimo em poder de expressividade e devemos buscar sempre passar o sentimental da música para o ouvinte, ele sugere buscarmos inspirações na6 natureza. Ele também discorre a respeito de praticad um bom fraseado que é um"pedaço" de uma peça q traz um sentido e com o intuito de formar um climax. O Autor também discorre a respeito da importancia de todo violinista ter seu estilo, não tentar copiar outro mesmo que seja um profissional, pois assim voce estará sento autentico, desde que conserve o sentimental, o valor emocional que o compositor quer passar, no outro capítulo o autor comenta a respeito do nervosismo que a maioria dos autores tem ao tocar em público, infelizmente ele fica só mostrando exemplos, não oferece dicas para atenuar esse problema. Para finalizar o autor discorre a respeitos de inúmeras sugestões de práticas de repertórios como as sonatas, concertos e adágios de Spohr,algumas obras de Bach como Chacona e suas Sonatas, enfim ele sugere que devemos pegar o melhor e um pouco de cada escola musical, com base no gosto do aluno afim de evoluir a técnica e o estilo. o Livro é muito rico em dicas, infelizmente em alguns capítulos há poucos ou nenhum ensinamento como é o csso de relaxamento e do nervosismo, senti falta de assuntos importantes como vibrato, mas de uma forma geral é muito aproveitoso e enrequecedor e recomendo muito a leitura a todos violinistas que buscam melhorar seus estudos.

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