iGen - Por que as crianças de hoje estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes e completamente despreparadas para vida adulta

    Jean M. Twenge

    nVersos Editora
    2018
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9788554862060
    Português Brasileiro

    O novo livro da psicóloga Jean M. Twenge, “iGen - Porque as crianças superconectadas de hoje estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes e completamente despreparadas para a vida adulta”, é resultado de uma pesquisa baseada em entrevistas com 11 milhões de jovens. Esse estudo traz para nós uma reflexão ampla sobre a crescente geração atual de adolescentes e jovens adultos nascidos em meados da década de 1990 até os anos 2012. O iGen (termo cunhado por Twenge - no qual a letra “i” faz alusão à internet), cresceu com celulares e contas nas redes sociais antes mesmo dessa geração começar o ensino médio, e não se lembram de como a vida era antes da internet. Porém, a tecnologia não é a única coisa que torna o iGen distinto de todas as gerações anteriores a eles; também são diferentes em como passam o tempo, na maneira que se comportam e nas suas atitudes em relação à religião, sexualidade e política. Eles se socializam de maneira completamente nova, rejeitam os tabus sociais e almejam metas diferentes nas suas vidas e carreiras.

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    Roberth Araújo12/06/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O estudo das gerações é tão fascinante quanto importante...

    Sim. É o resultado de diversos estudos e pesquisas nos EUA. Sim. Isso é extremamente útil e relevante pra gente aqui, considerando de forma intencional as particularidades contextuais e culturais. Enquanto millennial, cujos filhos são da geração alfa, ler sobre a geração intermediária (iGen, centennial, geração Z) foi absurdamente relevante! Não imaginava o quanto suscitaria diversas conversas e reflexões com minha esposa, com meus amigos, com meus alunos, etc. Saber onde estamos pisando ao lidar com a primeira geração que já nasceu "conectada" assusta, alerta e prepara! Enquanto psicólogo, o que mais me chamou a atenção foram as dezenas de referências sólidas apontando para a relação existente entre o aumento da ansiedade/depressão e o aumento do uso imoderado das telas. Também foi um tapa na cara os dados referentes às crenças e valores: esta é a geração menos voltada para a busca/vivência de algo maior que a ciência e a rotina prática do aqui e agora. Indico a leitura para qualquer pessoa que acredite que compreender é essencial para se relacionar e intervir melhor.

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