Eugénie Grandet (Orange Inheritance) -

    Honoré de Balzac

    Vintage
    2011
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780099560869

    THIS ORANGE INHERITANCE EDITION OF Eugénie Grandet IS PUBLISHED IN ASSOCIATION WITH THE ORANGE PRIZE FOR FICTION Books shape our lives and transform the way we see ourselves and each other. The best books are timeless and continue to be relevant generation after generation. Vintage Classics asked the winners of The Orange Prize for Fiction which books they would pass onto the next generation and why. Rose Tremain chose Eugénie Grandet. Monsieur Grandet is a very rich man whose chief care is his gold. He runs his household with exacting miserly attention and his wife and daughter suffer a Spartan existence. On the evening of his daughter Eugénie's twenty third birthday his foppish nephew Charles suddenly arrives from Paris. Eugénie has never known passion. Now, in an instant, she falls in love and her life is changed forever. Monsieur Grandet will not countenance his daughter's marriage to her penniless cousin and Eugénie's determination to follow her heart leads her into direct conflict with her father. "This brilliant but devastatingly sad novel moved me so much, I began it again the moment I got to the end" Rose Tremain.

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    Clio picture
    Clio20/05/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Eugénie Grandet é um mais um dos grandes retratos da alma humana que Honoré de Balzac se tornou famoso por fazer. Nessa obra, a jovem Eugénie é uma jovem criada de forma humilde, acostumada a não se importar com a luxo e os títulos que a França pós-revolução tentava desfrutar. Os pretendentes a sua volta estão apenas interessados em sua riqueza, não havendo basicamente alusões a sensualidade e as paixões no início da história. A mudança só ocorre com a chegada de seu primo Charles que mais tarde também se revelará outro escravo do dinheiro. O termo é exatamente aplicado. Não há suavidade ou alívio para os comportamentos descritos pelo autor, especialmente em relação a Félix, pai de Eugénie, um avarento que regula o uso de velas, se recusa a reformar a casa e tantas outras pequenas mesquinharias que tornam seu caráter o mais emblemático por suas próprias peculiaridades. Para o leitor brazuca, é sedutor imaginá-lo como um Seu Nono francês. Assim, embora a trama tenha todas as características de uma tragédia, vários de seus momentos puxam para o cômico, arrancam risos. Talvez propositalmente já que a crítica e o ridículo andam juntos. Recomendo.

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