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    O Primo Basílio -

    Eça de Queiroz

    Lafonte
    2018
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-13: 9788581863078
    Português
    4
    55 avaliações
    Leram68Lendo9Querem49Relendo0Abandonos8Resenhas12
    Favoritos3Desejados49Avaliaram55

    Casada, Luísa destrói sua vida ao entregar-se ao primo, por quem cai de amores durante viagem do marido. Mas será que o moço corresponde a essa arrebatadora paixão ou tudo não passa de um capricho do bon vivant ? Eça explora como ninguém as armadilhas da vida sem menosprezar a delicadeza do amor.

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    Resenhas (12)Ver mais
    Marcos Rocha picture
    Marcos Rocha31/07/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Reflexão é muito importante se fazer ao ser esse livro. Principalmente quando se trata de escolhas e sonhos amorosos. Nem tudo é flores e amores e que triste final para Luísa. Descrever Basílio é fácil: Um canalha. A escrita é exatamente , gostei do livro.

    10 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 55
    • 5 estrelas24%
    • 4 estrelas45%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    José Maria de Eça de Queiroz