Não podemos mais pensar a universidade a partir do esquema teleológico instrumental francês. Também não podemos pensá-la a partir do esquema teleológico especulativo alemão. Não podemos pensar teleológica nem categorialmente o acontecimento universitário. A ideia da universidade missionária, mãe e fonte da ciência, controladora crítica e autônoma, centro enciclopédico do saber, condutora e educadora do espírito do povo e das forças do trabalho, motor do progresso, torna-se atualmente impertinente para pensar a realidade universitária. Essas e outras questões são abordadas de forma original e brilhante neste livro, tornando a obra referência obrigatória para os leitores da atualidade.
