Alimentos transgênicos já foram tema de capa, porém, com apelo mais dramático (Comida Frankenstein), enfatizando pesquisas e buscas teoricamente vantajosas na manipulação genética. Nas entrelinhas, parecia opção, nada simpática pelo título da reportagem. O assunto é novamente abordado, num tom menos tenso, apresentando como realidade cada vez mais presente e, de certa maneira, necessária.
É um assunto relativamente novo e será que existem apenas vantagens como dizem ou existe algum fator agravante ainda desconhecido... Segundo o texto, muitos alimentos tiveram sua caracterização modificada por processos de cruzamentos ao longo de gerações, fortalecendo características positivas. Existem efeitos indesejáveis (como alteração de sabor e suscetibilidade maior a pragas), então a manipulação genética, na ação mais radical, não poderá ter efeitos indesejáveis em escala radical? A transformação alimentar não poderá induzir o organismo humano a transformações também diante de novas sensibilizações? Afinal, o ideal para a humanidade, diante de fatores diversos, seria o investimento nos alimentos ditos orgânicos ou, como a revista aborda, nos manipulados geneticamente para ativar melhores resultados? Vantagens para quem, para a industria ou o ser humano?
Gostaria de entender melhor, no momento, só dúvidas...
Gostei também da reportagem sobre dinossauros brasileiros. O texto informa de pelos menos 47 espécies descobertas e conta um pouco da história das pesquisas. Pena que as ilustrações foram supertoscas... Que falta de capricho!
No "Oráculo", como entusiasta por informações etimológicas, legal o entendimento sobre as origens de "marmitagem" (gíria, mas também realidade comum em nossa sociedade).
O texto em "Realidades Paralelas" foi uma curtição de leitura. Me amarro nesses devaneios... O tema da vez foi: e se o asteroide que extinguiu os dinossauros caísse hoje na Terra? Taí uma novidade banal, não sabia que o dito cujo tem nome: Chicxulub (de onde tiraram essa, hein? coisa para etimologia...).