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    Matáte, amor -

    Ariana Harwicz

    Lengua de Trapo
    2012
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-10: B00E9CK2E4
    Espanhol
    4
    15 avaliações
    Leram19Lendo1Querem13Relendo0Abandonos1Resenhas4
    Favoritos0Desejados13Avaliaram15

    Matate, amor es un thriller campestre, su protagonista vive en una casa de campo con su marido y su hijo recién nacido, lejos de su país de origen. El contacto con lo salvaje en la naturaleza que los rodea y en los vecinos a los que acecha, pero también en el desbordamiento de su deseo e incluso en el temor a matar conforman los elementos nucleares de esta arriesgada y honesta novela.

    Edições (1)

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    Resenhas (4)Ver mais
    Debora Sader picture
    Debora Sader24/02/2021Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Um tema importante e pouco trabalhado

    Pouco se fala das dores de ser mãe. É como se o amor e o cuidado tivessem de nascer junto do bebê. Mas nem sempre é assim. E falar sobre isso é um tabu. Este é o mérito do livro. A autora consegue nos angustiar e fazer sentir a falta de ar, a dificuldade de se encaixar que aquela mãe sente. Contudo... o livro é repetitivo. O formato de capítulos curtos, ao mesmo tempo que é bom, pois nos permite respirar, é ruim, pq leva à repetição, repetição, repetição... No fim, a leitura cansa. Infelizmente.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 15
    • 5 estrelas27%
    • 4 estrelas53%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas7%
    Ariana Harwicz profile picture

    Ariana Harwicz

    Ariana Harwicz nasceu em Buenos Aires, em 1977. Estudou roteiro e teatro na Argentina, graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Paris VII e obteve o mestrado em Literatura Comparada pela Sorbonne. Deu aulas de roteiro e escreveu duas peças. Dirigiu o documentário <i>El Día del Ceviche</i> (<i>O Dia do Ceviche</i>), exibido em festivais internacionais. Mora com a família em uma pequena cidade perto de Paris. <i>Morra, amor</i>, publicado originalmente em 2012, é seu livro de estreia e a primeira parte de uma trilogia <i>involuntária</i>, chamada por Harwicz de <i>trilogia da paixão</i>, uma vez que os livros exploram a relação entre mães e filhos. Dela também fazem parte os romances <i>La débil mental</i> (<i>A débil mental</i>), de 2015, e <i>Precoz</i> (<i>Precoce</i>), de 2016. <i>Morra, amor</i> foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e obteve grande reconhecimento da crítica internacional, com a edição em inglês sendo indicada, em 2018, ao <i>Man Booker Prize</i>. Harwicz também é autora de <i>Degenerado</i> (2019). Comparada a Virginia Woolf e Nathalie Sarraute, Harwicz é uma das figuras mais radicais da literatura argentina contemporânea. Sua prosa é caracterizada por violência, erotismo, ironia e crítica aos clichês que envolvem as noções de família e as relações tradicionais.

    13 Livros
    31 Seguidores

    Ariana Harwicz