A Nova Ordem Legal à Luz da Filosofia Cristã do Direito -

    E. L. Hebden Taylor

    Monergismo
    2019
    136 páginas
    4h 32m
    ISBN-10: B07MDV47HP
    Português Brasileiro

    UM DESAFIO À LEI HUMANISTA Em vista dos males evidentes da lei humanista, é mais do que nunca urgente que se reconheça não apenas o cristianismo bíblico como a única fundação verdadeira da lei e do Estado, mas também que o conceito bíblico de lei seja explorado. Esta é uma grande tarefa, que tem sido por anos negligenciada. Os fundamentos desse reexame têm sido estudados com maestria por Herman Dooyeweerd nos últimos anos, e têm também sido delineados por seus muitos associados e seguidores. Neste estudo de E. L. Hebden Taylor, temos também uma competente abordagem introdutória ao assunto, e um erudito desafio à “nova ordem legal”. Este livro merece nossa mais exaustiva atenção. — R.J. Rushdoony, do Prefácio

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    Gabriel Matos17/09/2020Resenhou um livro
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    A Editora Monergismo tem feito um bom trabalho em publicar livros de autores que procuram avançar em terrenos delicados, onde habitam poucos cristãos ortodoxos, dialogais e corajosos. Mesmo dando graças a Deus por esse novo momento, tenho a impressão que Hebden Taylor está mais próximo de R. Rushdoony do que de Vern Poythress. Reclama para si uma análise reformacional da filosofia do Direito, bebendo de Herman Dooyeweerd, mas não consegue se desvencilhar da velha teonomia reacionária de Rushdoony. O Rev. Anglicano Hebden tem ótimos insights, especialmente nos ajudando a encontrar onde a soberania das esferas é relativizada e suas consequências. Apesar de entender bem do instrumental filosófico reformacional, faz aplicações que poderiam ser questionadas à luz de Dooyeweerd, L. Kalsbeek ou Al Wolters. Com uma interessante crítica reformacional ao jusnaturalismo, modernismo e onde o pósfacio também é digno de crédito, nos temas polêmicos abordados, não convence por que sua técnica jurídica poderia ser facilmente chamada por dogmática ou religiosa em alguma corte. É um livro que será facilmente absorvido pelos juristas pela leitura não ser difícil, mas cansa quando justifica políticas públicas e judiciais com base em paralelos da lei civil do reino de Israel. Pelo que entendo ser reformacional, Hebden precisaria levar mais em consideração o núcleo de sentido do aspecto jurídico (e não tanto do moral ou pístico) e das esferas sociais por ela qualificados que se relacionam também com avanços culturais e históricos. O livro é argumentação filosófica e jurídica que se lido por juristas cristãos, poderá ser traduzido para aprimorar o debate acadêmico.

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