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    Mochila (Uma vez era #1) -

    Rennan Andrade

    Independente
    2019
    15 páginas
    30m
    ISBN-10: B07SWHH9Y9
    Português Brasileiro
    4.6
    43 avaliações
    Leram47Lendo0Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas19
    Favoritos5Desejados7Avaliaram43

    "As vezes faz bem se desmontar para depois se reerguer" O amor é um sentimento capaz de te abalar, e quando nós amamos em uma intensidade diferente da outra pessoa, é normal que você se sinta um tanto sem chão. André, um jovem rapaz homossexual que acabou de sofrer sua primeira decepção amorosa, sabe disso melhor do que ninguém. Em uma ida de ônibus do trabalho para casa, André se oferece para segurar a mochila de um belo estranho durante o percurso. E o que lhe seria um ato rotineiro acaba por mudar sua vida quando, ao dormir no percurso, ele percebe que o desconhecido esqueceu sua mochila com ele. Em busca de uma forma de contatar o seu dono, André acaba descobrindo cadernos coloridos dentro da mochila que servem como uma espécie de diário do desconhecido. O que estaria escondido através destas páginas?

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    Resenhas (19)Ver mais
    Thattiani Leal picture
    Thattiani Leal27/06/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Mochila é um conto curto, em torno de 15 páginas, mas que vale por um livro de 300. A maneira como Rennan, autor do livro, escreve é incrível. Li o conto indo para o trabalho e fiquei tão envolvida com a estória que quase perdi minha estação no metrô. O conto é tão rico em sentimentos e emoções que fica difícil não se envolver com o momento que os personagens vivem. André, ao ler o caderno do garoto desconhecido se vê envolvido como nós e por um acaso do destino, acaba conseguindo aliviar uma dúvida que carrega em seu peito por anos. O autor conseguiu expressar sentimentos e sensações através da escrita como poucos conseguem. Meu coração apertou em alguns momentos que ambos passaram, principalmente nas escritas do até então garoto desconhecido. É de doer o coração a dúvida que o André sentia em seu peito e me coloquei no lugar dele diversas vezes. Quem procura uma estória para sair de uma ressaca ou alternar entre uma leitura mais pesada, leia Mochila. Estou mega ansiosa pela parte dois do conto e não vejo a hora de poder descobrir o que vai acontecer com ambos. Agradeço ao Rennan por me procurar e por me presentear com essa estória emocionante. É difícil fazer essa resenha sem dar algum spoiler, mas posso adiantar que preparem seus corações, porque o autor consegue mexer com nossos sentimentos de maneiras inexplicáveis.

    11 curtidas

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    Avaliações

    4.6 / 43
    • 5 estrelas72%
    • 4 estrelas21%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Rennan Andrade profile picture

    Rennan Andrade

    Você já sentiu como se estivesse destinado a fazer algo? Como se cada célula do seu corpo te empurrasse para um único objetivo? Quando sua mente consegue pensar em uma única coisa e esta se torna o razão do seu respirar, isto é, sua maior paixão? Bem, eu sempre me senti assim, mesmo que não conseguisse identificar o que era isso quando mais novo. Inicio esse texto com esta afirmação pois esta é, sem sombra de dúvida, a primeira coisa que você, leitor desconhecido, precisa saber sobre mim: minha paixão sobre livros, literatura e, principalmente, escrita. Para que não me conhece, permita que eu me apresente: eu sou Rennan Andrade, artista que usa as palavras como instrumento de articulação de sentimentos. Isto é, um escritor, em todos os sentidos da palavra. Mas para além disso eu sou um homem, um filho, um irmão, um amigo, um pesquisador, um crente e um inconformista, tudo ao mesmo tempo dentro de um só corpo. Para acima de tudo, sou um ser humano que procura refúgio dentro da arte, e que procura refugiar aqueles que alguma vez se sentiram desamparados, seja através dos meus textos ao através de um ombro amigo. Sou um paulistano no sentido mais amplo da palavra. Seja qual for um programa, desde uma manhã passeando pelo Parque Villa Lobos, uma tarde de risadas ou lágrimas no cinema ou uma noite inteira até a balada fechar as seis da manhã, eu estou dentro, nem que seja só pela experiência. E claro, como não podia deixar de ser, eu adoro passar uma tarde em evento literário ou ir a uma noite de autógrafos. Mas confesso a você que, mesmo hoje, no auge dos meus vinte anos, meu lugar favorito para uma sexta-feira a noite ainda é em casa, escrevendo, reescrevendo, revisando e produzindo. Mas como não poderia ser? Afinal, esta tem sido minha vida desde os onze anos! Naquela época, eu ainda roubava o notebook da minha irmã para escrever fanfics de Naruto, apenas pela alegria de fazê-lo. Anos mais tarde, aos quinze, eu dei asas a minha imaginação lançando meu primeiro livro, a literatura fantástica A Luz de Cada Mundo (2015). No entanto, foi só no ano seguinte que descobri minha verdadeira paixão: contos. Eu acredito que não há nada mais capaz de capturar sentimentos do que um conto. Ao longo destes quase dez anos, eu já escrevi mais de uma centena de contos, grande parte inspirados por algum acontecimento em minha vida, e os quais publiquei na esperança de ajudar aqueles que passavam pela mesma coisa que eu. Em 2016, me joguei pela primeira vez neste universo, com o lançamento da antologia A Verdadeira Morte, composta por doze contos, todos escritos por mim a fim de explorar o impacto da morte (seja ela física, mental ou emocional) e o valor da vida sob os olhos de um adolescente. Olhando para trás, ainda me orgulho muito deste projeto, que expande seus temas em cada conto, falando sobre o valor da amizade (A Parte Fria da Amizade, Orgulho e Paciência), o poder do amor fraternal (Milagres, Gasolina), o valor da vida (Grito (de Guerra), Renascer) e do tempo (Armadura de Ferro, Imperfeição), entre outros assunto. Após um breve bloqueio criativo em 2017 e 2018, retornei ao que mais amo no final de 2018, com o lançamento do conto natalino A Estrela do Amanhã. Escrever este conto depois de tanto tempo foi meu chute na bunda para voltar aquilo que realmente importava para mim, e foi depois dele que eu comecei a escrever minha segunda antologia de contos. A começar pelo lançamento de Mochila e Eterno, contos respectivamente lançados em junho e outubro de 2019 como uma amostra da antologia, com cada um representando um extremo diferente do livro. Enquanto Mochila exibe todo o mistério e as incógnitas que rondam o garoto que esqueceu sua bolsa com um desconhecido no ônibus, Eterno tem como essência descrever a simplicidade do amor e do ato de amar. No fim, é sobre isso que a antologia, denominada Uma Vez Era, fala: o amor em todas as suas formas. Ficou curioso? A antologia Uma Vez Era só será lançada no Outono 2020, mas você pode conferir o restante dos meus trabalhos clicando aqui. Sinta-se mais do que bem-vindo para desfrutar desse espaço. Você é meu convidado de honra para embarcar nessa aventura comigo!

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    São Paulo, Brasil

    Rennan Andrade