Muitos capítulos deste livro lembram o melhor Malaparte de Kaputt: a mesma força descritiva, o mesmo clima de alucinação, a paulatina e surda decomposição do mundo, a desesperada defesa do homem contra o homem (Campos de Carvalho)
Muitos capítulos deste livro lembram o melhor Malaparte de Kaputt: a mesma força descritiva, o mesmo clima de alucinação, a paulatina e surda decomposição do mundo, a desesperada defesa do homem contra o homem (Campos de Carvalho)

Fausto Wolff era o pseudônimo do gaúcho de Santo Ângelo Faustin von Wolffenbüttel. Aos 14 anos, começou a trabalhar como repórter policial, ainda no Rio Grande do Sul. Aos 18 anos, mudou-se para o Rio, trabalhou em diversas redações de jornais como "A Tribuna da Imprensa" e "O Globo", além de ter sido um dos editores do satírico "O Pasquim". Um crítico mordaz da política e militante da esquerda era atualmente colunista do Jornal do Brasil. <br> Fausto viveu dez anos na Europa, onde ensinou literatura nas Universidades de Nápoles (Itália) e Copenhague (Dinamarca). Escreveu dezenas de peças teatrais e mais de 20 livros, entre contos, poesias, ensaios e literatura infantil. Seu livro "A mão esquerda" recebeu o prêmio Jabuti em 1997. Morreu em 2008.