Crisped + Sere (Immemorial Year #2) -

    T.J. Klune

    DSP Publications
    2016
    340 páginas
    11h 20m
    ISBN-10: B01HMYLC0S

    Twenty-one days. In a world ravaged by fire and descending into madness, Cavalo has been given an ultimatum by the dark man known as Patrick: return Lucas to him and the cannibalistic Dead Rabbits, or the town of Cottonwood and its inhabitants will be destroyed. But Lucas has a secret embedded into his skin that promises to forever alter the shape of things to come—a secret that Cavalo must decide if it’s worth dying over, even as he wrestles with his own growing attraction to the muted psychopath. Twenty-one days. Cavalo has twenty-one days to prepare for war. Twenty-one days to hold what is left of his shredded sanity together. Twenty-one days to convince the people of Cottonwood to rise up and fight back. Twenty-one days to unravel the meaning behind the marks that cover Lucas. A meaning that leads to a single word and a place of unimaginable power: Dworshak.

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    Demian27/02/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Continuação tão boa quanto o primeiro livro

    Enrolei o máximo que consegui para economizar o livro, mas não deu. Eu já imaginava que Crisped + Sere seria tão bom quanto Whitered + Sere e mesmo assim T.J. Klune conseguiu me surpreender. O cliffhanger do primeiro livro foi muito bem recompensado nesse, a história é extremamente imersiva – não só por não estar tão fora da realidade, como também pelos conflitos e lugares serem tão bem descritos – e os personagens, mesmo de fundo, são extremamente bem construídos. Porém, o que mais me impressionou, foi o quão fiéis a si mesmos os personagens permanecem ao longo dos dois livros, ninguém muda do nada por conveniência e mesmo quando eles fazem merda, faz sentido! A forma como Cavalo e Lucas (e que enemies to lovers bem feito!) se entendem gradualmente e aprendem a trazer o outro para fora das abelhas foi muito bem executada, e muito além da lógica de romance pós-apocalíptico de desconfiança no primeiro momento e no seguinte já estar morrendo de amores. As mortes "banais" de alguns personagens tornam o livro ainda mais trágico e a situação até mais realista, enquanto alguns morreram como heróis, outros morreram acidentalmente e com medo. E me arrisco a dizer que ver Richie morrendo por não conseguir sair do meio dos Dead Rabbits e correr para fora do caminho do helicóptero, foi muito mais triste do que Deke tomando um tiro na linha de frente; enquanto Deke morreu na parte da guerra em que todos achavam que não passariam dali, Richie morreu justamente quando eles começaram a pensar que tinham uma chance (e de fato deu certo depois), sem falar no quão desesperadora foi a situação em que ele estava (acho que nunca deixarei de ter um pouco de raiva do pai dele mas entendo o rancor, apesar de ter sido escolha do próprio filho dele e não de Cavalo). Apesar disso tudo, a minha parte favorita foi Hank contando a história de criação dos povos de Turtle Island segundo os Nez Perce para Cavalo e como a história, de certa forma, se repetiu no final com a morte de Patrick. Enfim, essa série é maravilhosa e tal como How To Be, fico triste que não tenham mais livros, porém é bom saber que T.J. Klune sabe quando parar.

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