O Enigma do Mal - Podemos crer na bondade de Deus?

    John W. Wenham

    Sociedade Religiosa Edições Vida Nova
    2012
    206 páginas
    6h 52m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Muitas pessoas acham difícil harmonizar a crença na bondade de Deus com a presença de tanto mal no mundo. Mesmo que recorram à ajuda da Bíblia, elas apontam para os problemas morais levatados não pelo Antigo Testamento, mas também pelo Novo: por exemplo: guerras, doenças, fomes, salmos imprecatórios e terríveis quadros de inferno e tormento. Em vista destas coisas, como podemos afirmar que Deus é bom? O Enigma do Mal começou como uma tentativa do autor no sentido de responder a algumas destas difíceis questões morais sobre a Bíblia. No processo de escrevê-lo, ele alcançou uma compreensão mais profunda sobre o que significa a bondade de Deus, mesmo diante da presença do mal.

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    Henry Master22/11/2016Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Muito fraco

    O autor titubeou em relação ao "Castigo Eterno." nota-se que ele ficou tentado ao aniquilacionismo.(mais a frente ele assume) O que me levou a crê que ele não têm domínio sobre o Grego, aramaico e/ou Hebraico, o que - na minha opinião - é determinante, ou não quis fazer uso. Pra se ter uma ideia, em uma única passagem ele faz uso dos idiomas Hebraico e aramaico, quando fala sobre as ursas que atacaram "jovens" por zombaram de Eliseu. Achei no entanto que o autor pendeu pra esse lado por uma questão pessoal e não bíblica. Pois em dado momento, a respeito da pena de morte, isso depois de deixar claro que não é a favor da pena de morte; ele diz: "Longe de ser insensível, detesto experimentar a dor e vê-la sendo aplicada a alguém..." Mas aí, o autor conseguiu se superar.(ironia) Quando falou sobre a prisão perpétua, para ele seria como "uma mosca morrendo no mata-mosca ou um peixe se debatendo no anzol." ou seja; prisão perpétua, é a forma de se matar lentamente, tornando-se pior que a pena de morte. Nesse caso, fica praticamente impossível aplicar uma punição justa, porque todas de alguma forma são e devem ser dolorosa, do contrário não seria punição. Victor Hugo tem razão quando diz que "o castigo não pode ser maior que a culpa." mas Wenham está sendo caritativo demais. Esse livro deve ser lido apenas quiçá de curiosidade. Nem como um compêndio serve.(risos) Em resumo: Não gostei, portanto não recomendo.

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