O autor, professor judeu da Universidade de Nova York, sustenta que o Holocausto transformou-se em uma "representação ideológica" que dá um poder ilimitado ao Estado israelense, além de mover uma indústria de indenizações milionária.
O autor, professor judeu da Universidade de Nova York, sustenta que o Holocausto transformou-se em uma "representação ideológica" que dá um poder ilimitado ao Estado israelense, além de mover uma indústria de indenizações milionária.

Norman G. Finkelstein nasceu no Brooklyn, Nova York, em 1953, e é professor de Ciências Políticas na Universidade DePaul em Chicago, especialista no conflito Israel-Palestina. Autor da tese de doutorado <i>The Theory of Zionism</i>, defendida na Universidade de Princeton, é colaborador do London Review of Books. Publicou, entre outras obras: <i>A indústria do Holocausto</i>, <i>The Rise and Fall of Palestine</i> e <i>A Nation on Trial: The Goldhagen Thesis and Historical Truth</i>. Filho de judeus sobreviventes do campo de Auschwitz, Finkelstein reflete em sua obra mais polêmica - <i>A indústria do Holocausto</i>- sobre a exploração ideológica do Holocausto por instituições judaicas e por Israel.