Em Amorquia é questionado o papel do sexo na sociedade do futuro. Uma sociedade onde o amor exclusivo é uma doença. O tempo não existe e a maternidade é um detalhe irrelevante. O sexo é ensinado e praticado nas escolas. A fidelidade é o primeiro indício de insanidade. Pércus e Túnia enfrentam algo que já havia sido esquecido: a morte. Apenas as reuniões coletivas, o contato físico e a proximidade de outros seres poderiam fazer o medo desaparecer, repartindo-o comunitáriamente. Uma provocadora visão do futuro que nos obriga a repensar o presente.
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