Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores18
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O ato e o fato:o som e a fúria do que se viu no Golpe de 1964 -

    Carlos Heitor Cony

    Edipass
    2018
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9788500031984
    Português Brasileiro
    4.6
    7 avaliações
    Leram8Lendo1Querem8Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados8Avaliaram7

    No prefácio da nona edição de "O ato e o fato", constam as seguintes palavras de Luis Fernando Verissimo: "Hoje, um golpe como o de 1964 parece tão improvável quanto a volta dos bondes à Siquera Campos." Não imaginava Verissimo que, ao escrever esse prefácio para a obra de Cony em 2004, mais uma vez veríamos a palavra "golpe" em discussões inflamadas em mesas de bar ou, como chamamos o boteco da modernidade, em redes sociais. Nós, como que assistindo a um jogo de futebol, acompanhamos a direita e a esquerda política se estranhando nas ruas, se ameaçando na Internet e realizando manobras que assustam. Assim, temos a impressão de que já assistimos essa mesma história antes. A derrubada do governo de João Goulart instituiu a República Militar no Brasil em 1964, república que bateria de frente com as liberdades democráticas e que viria a impôr um modelo econômico concentrador de rendas e aberto ao capital internacional (norte-americano, para ser mais específico). Em "As Veias Abertas da América Latina", Galeano fala da influência norte-americana na instauração da ditadura no Brasil. Movidos pelo receio de que as medidas dos antigos presidentes transformassem o Brasil em "outra Cuba", os Estados Unidos apoiou um regime que por vinte e um anos traria vida boa para poucos às custas do sacrifício de muitos. Como aprendemos nas nossas aulas de história, embora ultimamente algumas pessoas tenham apresentado uma amnésia coletiva, nem todos cruzaram os braços e debruçaram-se sobre os parapeitos de suas janelas para tranquilamente verem a banda passar. Dentre os que se utilizaram do poder de suas vozes, algumas até então nunca usadas para fins políticos, estava o escritor e jornalista Carlos Heitor Cony. Após acompanhar de perto a derrubada do governo de Goulart em 13 de abril de 1964, Cony escreveu a crônica "Da salvação da pátria" para o Correio da Manhã, que figuraria entre as pouquíssimas opiniões públicas contrárias ao golpe que se instalava no país.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Milleny picture
    Milleny13/06/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A quartelada de 1⁰ de Abril

    Nesse livro o Cony, que é o autor, vai escrevendo crônicas sobre os acontecimentos políticas ocorridos de 1⁰ de abril até o final de 194. No final do livro ainda conta com uma parte chamada "memória" onde fala mais da vida pessoal de Cony

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 7
    • 5 estrelas71%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%