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    Naná (Clássicos de Bolso) - Les Rougon-Macquart #9

    Émile Zola

    Ediouro / Tecnoprint Gráfica Editora S. A.
    1969
    236 páginas
    7h 52m
    ISBN-13: 9788500102806
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
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    Nana (em português: Naná) é um romance escrito pelo autor do naturalismo francês, Émile Zola. Finalizado em 1880, Nana é o nono volume da série composta de 20 volumes chamada de "Os Rougon-Macquart" (Les Rougon-Macquart), cujo objetivo era descrever a "História Natural e Social de uma Família sob o Segundo Império", que é o subtítulo da série. Naná, a protagonista titulo, pode ser considerada uma das primeiras anti-heroínas, melhor denominado de vilãs. ==== https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nana_(romance)

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    Daniela  picture
    Daniela 14/12/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Que livraço

    Amei Naná cada minuto que passei lendo esse livro. Ela é uma personagem ousada e faz o que quer sem se importar com a opinião de ninguém. Joga dinheiro fora e quebra coisas caras como se não valessem nada. Ela é inacreditável. É uma lastima o livro ser tão curto. Já estou com saudade.💓

    6 curtidas

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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