A narrativa simplificada, apesar do linguajar jurídico, é tanto bom, quanto ruim. Isso, uma vez que toda essa facilidade misturada com expressões nativas do curso de Direito pode se tornar um empecilho, para a conclusão imediata de um livro com menos de 70 páginas. Contudo, se persistente, vitorioso vira-se, já que o conteúdo de poucas páginas, deve resumir questionamentos, que todo estudante interessado, pela faculdade, terá, por no mínimo, dois semestres. Outrossim, urge destacar a sensatez de cada parecer, redigido por uma Corte Suprema remontada à Era de Péricles. Infere-se, portanto, que o mérito desta obra necessita, não só ser lida, por todos com pretensões advocatícias, mas relida por estes, até que em suas mentes, cada argumentação faça sentido e fique claro, que a questão tratada no livro é um ilustrativo, para se discutir assuntos filosóficos, políticos e jurídico, muito além da época de Plantão e Aristóteles.