Evidence of Love -

    John Bloom, Jim Atkinson

    Open Road Media
    2016
    359 páginas
    11h 58m
    ISBN-13: 9781504042642

    Edgar Award Finalist: The “sensational” true story of two desperate housewives and the killing that shocked a Texas community (Los Angeles Times Book Review). Candy Montgomery and Betty Gore had a lot in common: They sang together in the Methodist church choir, their daughters were best friends, and their husbands had good jobs working for technology companies in the north Dallas suburbs known as Silicon Prairie. But beneath the placid surface of their seemingly perfect lives, both women simmered with unspoken frustrations and unanswered desires. On a hot summer day in 1980, the secret passions and jealousies that linked Candy and Betty exploded into murderous rage. What happened next is usually the stuff of fiction. But the bizarre and terrible act of violence that occurred in Betty’s utility room that morning was all too real. Based on exclusive interviews with the Gore and Montgomery families, Evidence of Love is the “superbly written” account of a gruesome tragedy and the trial that made national headlines when the defendant entered the most unexpected of pleas: not guilty by reason of self-defense (Fort Worth Star-Telegram). Adapted into the Emmy and Golden Globe Award–winning television movie A Killing in a Small Town, this chilling tale of sin and savagery will “fascinate true crime aficionados” (Kirkus Reviews).

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    Manuela Lima04/08/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fantástico

    De longe o melhor livro que eu li no ano. Recomendo principalmente para quem viu “Candy” (Star) e “Amor e Morte” (HBO). O livro é bastante detalhado e baseado em entrevista com os próprios familiares e assassina da vítima. Ele mostra como o sistema de justiça americano, sempre pintado como perfeito, pode ser falho. Não, eu não acredito na versão de Candy Montgomery. Ela descreveu Betty Gore como um monstro de sexta-feira 13, que mesmo levando 41 machadadas na cara, emergiu várias vezes do inferno para acabar com a vida dela. Como o júri caiu nessa patacoada de “legítima defesa”? Betty Gore não era um monstro, era uma dona de casa depressiva cujo marido cometeu adultério com sua amiga, pelas suas costas. Estava sofrendo (provavelmente de depressão pós-parto), enquanto tentava recuperar seu casamento fracassado. Mas aparentemente para o júri, o fato de a vítima ser mal-humorada e impopular aparentemente dá carta-branca para que alguém meta 41 machadadas na cara dela e fique por isso mesmo. O advogado de defesa realmente era muito bom, mas o caso diz mais sobre a moralidade das pessoas daquela cidade, “gente de igreja”. Eles estavam mais preocupados com o fato de Candy Montgomery ter sido adultera do que com o brutal assassinato em questão, onde Betty Gore ficou em resumo desfigurada de tantos golpes que tomou.

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