O não-unívoco - Parece-me que a nossa condição interiorana leva-nos para o caminho do pequeno, da vida menor, da visão microscópica. Sabemos de todas as banalidades: o trabalho diário do sol, o pássaro que canta, a criança a nascer, um vivente que morre. Quando li os poemas de Mário Martinez, pensei sobre isso. Mais exatamente sobre algo logo percebido: a possibilidade de espanto diante da banalidade do nosso cotidiano. (...) prefácio, João Carlos Biella.
Banalidades - Poemas
Mário Martinez
Edições Caça-Níqueis
2003
44 páginas
1h 28m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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