O autor acompanhou todo o roteiro da campanha do Acre por seis mapas, feitos pelo próprio Plácido de Castro, com levantamento dos cursos do rio Purus, entre Boca do Acre e Cachoeira; e do rio Acre - derrota de sua navegação, com indicação de todos os afluentes, vilas, seringais e demais acidentes geográficos, litografados por C. A. Gierth & Cia, em 1907, oferta especial do industrial acreano Antonio Assmar. Algumas informações a respeito do último capítulo foram colhidas pessoalmente pelo autor com o Professor José Alves Maia, sobrevivente da campanha acreana e um dos quatro companheiros de jornada de Plácido de Castro, quando este foi assassinado em 1908. Esses fatos históricos merecem ser conhecidos de todos os brasileiros. Nos seus "Apontamentos", escritos pelo herói do Acre a pedido de Euclides da Cunha, espelhou Plácido de Castro todo o seu sacrifício: "Poucos compreenderão o quanto tem de horrível uma situação como aquela em que me encontrei, em que cada dia que passa é um ano de existência que se nos rouba. Que o Brasil de hoje tribute à sua memória as homenagens a que faz jus, por tanto patriotismo e desprendimento!" SÍLVIO DE BASTOS MEIRA
