Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores7
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Um deus passeando pela brisa da tarde -

    Mário de Carvalho

    Porto Editora
    2013
    360 páginas
    12h 0m
    ISBN-13: 9789720044334
    Português
    4
    2 avaliações
    Leram3Lendo1Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados3Avaliaram2

    Lúcio Valério Quíncio é o magistrado de Tarcisis, cidade romana da Lusitânia no século II d. C. Como dirigente máximo, cabe-lhe tomar todas as decisões, enquanto tumultuosos acontecimentos conduzem a pequena cidade ao descontentamento geral. No exterior, notícias de uma invasão bárbara iminente, proveniente do Norte de África, obrigam-no a drásticas medidas, enquanto, no interior das muralhas, uma nova seita, a Congregação do Peixe, põe em causa os valores da romanidade, evocando os ensinamentos de um obscuro crucificado. No plano íntimo, a paixão devastadora por uma mulher, Iunia, perturba-o e confunde-o, mas sem o afastar do cumprimento do dever. Neste romance em que a ficção se sobrepõe à História, traduzido em nove línguas e galardoado com o Prémio de Romance e Novela da APE, o Prémio Fernando Namora, o Prémio Pégaso de Literatura e o Prémio Literário Giuseppe Acerbi, Mário de Carvalho reconstitui as características culturais, políticas e quotidianas do Império Romano, sem nunca esquecer a «intercessão de certo deus que, nos primórdios, ao que parece, passeava num jardim pela brisa da tarde...»

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Valéria Cristina Ribeiro picture
    Valéria Cristina Ribeiro13/09/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Viagem à Lusitânia

    Durante o reinado de Marco Aurélio, Lúcio Valério Quínci relata os acontecimentos que abalaram Tarcísis, pequena cidade da Lusitânia no século II d. C. Como duúnviro (magistrado), Lúcio é encarregado de zelar que justiça e segurança da cidade e enfrenta dois tipos de problema. Internamente, a incipiente seita cristã provoca desassossego, desconfianças e intrigas. Cercada por falsas ideias, superstição e fanatismo, a nova fé não é aceita pela população. Externamente, a iminente invasão moura, proveniente do Norte da África causa medo e apreensão e incertezas. Diante desses dois enfrentamentos, Lúcio, na tentativa de fazer frente a eles, vê-se às voltas com as intrigas, as traições e a sede de poder que povoam o cenário político de sua época. Levado a tomar medidas drásticas, sua popularidade é abalada e as implicações disso são incertas. Este romance, que mistura ficção e história foi traduzido em nove línguas e galardoado com o Prêmio de Romance e Novela da APE, o Prêmio Fernando Namora, o Prêmio Pégaso de Literatura e o Prêmio Literário Giuseppe Acerbi. Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Mário Costa Martins de Carvalho profile picture

    Mário Costa Martins de Carvalho

    Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto, ensaio e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente. Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os Alferes, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, A Liberdade de Pátio ou Ronda das Mil Belas em Frol são a comprovação dessa extrema versatilidade.

    14 Livros
    4 Seguidores

    Mário Costa Martins de Carvalho