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    Los Conjurados -

    Jorge Luis Borges

    La Nación
    2005
    104 páginas
    3h 28m
    ISBN-14: 9789500426909_
    Espanhol
    3.4
    8 avaliações
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    Favoritos0Desejados4Avaliaram8

    Sueño o visión propiciada por la serena felicidad que alcanzó al final de sus días, este último libro de Jorge Luis Borges comprende la suma y el misterio de una vida consagrada a las letras. Cada verso y cada texto en prosa admite varios planos de sentido y vuelve a cosas esenciales. "Enrique Banchs" puede leerse como un homenaje al poeta argentino y también como un tributo a las primeras lecturas del autor; "Cristo en la cruz" renueva una pregunta que se mide por siglos; en "Juan López y John Ward" el tema visible es una amistad ferozmente sesgada por la guerra de Malvinas. El volumen concluye con el poema que le da título, venturosa profecía de un entendimiento primordial entre las personas. "La belleza -escribió Borges en el prólogo- no es privilegio de unos cuantos nombres ilustres. Sería muy raro que este libro no atesorara una sola línea secreta, digna de acompañarte hasta el fin."

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    3.4 / 8
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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo