Adilson Taipan é uma dessas figuraças que a gente não encontra por aí dando sopa. É poeta, botafoguense e pai da Jujú, não necessariamente nessa ordem. Poeta dos bons, poeta do povo, desses que entram num boteco pra almoçar, vestido de Botafoguense da cabeça aos pés, com uma mala a tiracolo, cheia de seus livros para vender. Você compra, abre... e se encanta. Não é que o cara é desses poetas populares, não acadêmicos, geniais, intuitivos, de cair o queixo? E quando ele resolve abrir o peito no meio da rua e declamar seu amor ao Botafogo, ao futebol e à Jujú (de novo, não necessariamente nessa ordem)? É um acontecimento! Conta-se uma que, um dia, Adilson Taipan, Jujú a tiracolo, entrou num boteco na sua Anchieta para tomar umas... águas, bem entendido. Porque o poeta do povo não bebe álcool. Faz versos de cara e alma limpas. Quer saber? Não importa se você é Botafoguense. Ou carioca. Ou de Anchieta. Adilson Taipan é uma dessas figuraças do Rio de Janeiro que vale a pena conhecer, conversar horas a fio, ouvir falar e, principalmente, declamar seus versos.
Camisa 7 -
Adilson Taipan
Edição do Autor
2008
80 páginas
2h 40m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
Estatísticas
Avaliações
0 / 0- 5 estrelas0%
- 4 estrelas0%
- 3 estrelas0%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%