The Oresteia - Agamemnon | Choephoroe | Eumenides

    Aeschylus

    Everyman's Library
    2004
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9781400041923

    One of the founding documents of Western culture and the only surviving ancient Greek trilogy, the Oresteia of Aeschylus is one of the great tragedies of all time. The three plays of the Oresteia portray the bloody events that follow the victorious return of King Agamemnon from the Trojan War, at the start of which he had sacrificed his daughter Iphigeneia to secure divine favor. After Iphi-geneia’s mother, Clytemnestra, kills her husband in revenge, she in turn is murdered by their son Orestes with his sister Electra’s encouragement. Orestes is pursued by the Furies and put on trial, his fate decided by the goddess Athena. Far more than the story of murder and ven-geance in the royal house of Atreus, the Oresteia serves as a dramatic parable of the evolution of justice and civilization that is still powerful after 2,500 years. The trilogy is presented here in George Thomson’s classic translation, renowned for its fidelity to the rhythms and richness of the original Greek.

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    Marcos Augusto21/09/2023Resenhou um livro
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    Trilogia de dramas trágicos do antigo dramaturgo grego Ésquilo, apresentada pela primeira vez em 458 a.C. É a única trilogia completa de dramas gregos que sobreviveu. A Oresteia conta a história da casa de Atreu. A primeira peça, Agamenon, retrata o retorno vitorioso daquele rei da Guerra de Troia, que sobrevive a guerra só para ser assassinato por sua esposa, Clitemnestra, e seu amante, Egisto. No final da peça, Clitemnestra e seu amante governam Árgos. A obra tem um poder dramático e poético extraordinário e sustentado. Particularmente notáveis ​​são a fascinante riqueza das palavras enganosas de Clitemnestra e das impressionantes canções corais, que levantam em termos metafóricos e muitas vezes enigmáticos os principais temas – de teologia, política e relações de sangue – que são elaborados ao longo da trilogia. A segunda peça, Choephoroi (Portadores da Libação), leva o título do coro de servas que vêm derramar oferendas no túmulo do assassinado Agamenon. Detalha a vingança da filha de Agamenon, Electra, e de seu filho, Orestes. Os irmãos juntos invocam a ajuda do falecido pai em seus planos. Orestes então mata Egisto, mas o subsequente assassinato de Clitemnestra por Orestes é cometido com relutância, a pedido do deus Apolo. As tentativas de auto justificação de Orestes então vacilam, e ele foge, devastado pela culpa, enlouquecido e perseguido pelas encarnações femininas da maldição de sua mãe, as Fúrias. A terceira peça, Eumênides, começa no santuário de Apolo em Delfos, onde Orestes se refugiou nas Fúrias. Sob o comando do oráculo de Delfos, Orestes viaja para Atenas para ser julgado por seu matricídio. Lá, a deusa Atena organiza um julgamento com um júri de cidadãos. As Fúrias são suas acusadoras, Apolo seu defensor. O júri está dividido igualmente na votação e Atena dá o voto de desempate para a absolvição de Orestes. As Fúrias então voltam seu ressentimento vingativo contra a própria cidade, mas Atena as convence, em troca de um lar e de um culto, a abençoar Atenas e residir lá como as Eumênides (“Deusas Gentis”) do título da peça. A trilogia termina assim com o ciclo de derramamento de sangue retributivo encerrado e suplantado pelo Estado de direito e pela justiça do Estado.

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