A morte da morte - A possibilidade científica da imortalidade

    José Luís Cordeiro, David Wood

    LVM
    2019
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9788593751882
    Português Brasileiro

    A morte é inevitável? A história da humanidade foi moldada por esse fato fatal. Religiões, fronteiras e progresso nascem do medo atávico da morte. Até muito recentemente, esse medo e desejo de sobrevivência só encontravam conforto em paradigmas religiosos. Na opinião de José Luis Cordeiro e David Wood, no entanto, o fato incontestável da morte pode agora ser refutado a partir de bases técnico-científicas. Como explicam neste livro informativo e acessível, longe da obscuridade acadêmica ou científica, a morte será opcional até 2045 graças aos avanços exponenciais na inteligência artificial, regeneração de tecidos, tratamentos com células-tronco, impressão de órgãos, criopreservação, terapias genético ou imunológico que resolverá - já resolve - o problema do envelhecimento do corpo humano. Um envelhecimento agora considerado uma doença que pode e deve ser curada. Com base em um uso informado dos dados e na vanguarda das principais iniciativas e idéias sobre como financiar e até investir no setor de antienvelhecimento, os autores defendem não apenas a moralidade, mas também a urgência de abordar esse tipo de pesquisa. Este ensaio visa alcançar o maior número possível de leitores, porque, afinal, é a humanidade como um todo que se beneficiará de projetos que ainda não recebem a atenção ou apoio necessários. Como afirma Cordeiro: «A ficção científica hoje é a verdadeira ciência do amanhã».

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    Eduardo Dias21/10/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Envelhecimento é doença?

    O currículo do autor (José Luis Cordeiro) me surpreendeu! O livro começa muito bem, desenvolvendo o assunto de forma agradável e compreensível. O autor classifica o envelhecimento, com todas as suas consequências biológicas e psicológicas, como uma doença. E coloca a derrota do envelhecimento e, consequentemente, da morte, como o principal desafio futuro da humanidade. Mas acho que sai um pouco dos trilhos ao comparar a derrota do envelhecimento com a abolição da escravidão... e as últimas páginas do livro se tornam uma propaganda panfletária, incitando, com muita insistência, que o leitor se engaje na luta.

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