Como diz aquele ditado: quem procura acha. Mas, você sabe o que procura? Procura ser mais leve? Talvez lidar melhor com o sofrimento? Ou então, ter equilíbrio emocional? Já sei, ter sucesso com dinheiro? Plenitude? Autoconfiança? Um amor para lhe completar? É fato que estamos sempre em busca de mais satisfações. Na verdade, toda essa busca, trata-se de uma “fuga” do sofrimento transfigurada de uma busca por felicidade. Se procuramos, é porque sentimos que nos falta (...) Só não percebemos que não nos falta o que procuramos, na verdade, já temos o necessário diante daquilo que tanto procuramos. Mas a nossa mente ainda não percebeu. Porque aceitar que precisamos apenas do necessário, parece que não supre com a falta que sentimos, que no fim, é a falta de nós mesmos. O propósito do livro é desvelar ao leitor o poder da aceitação — compreensão — de si mesmo e como isso é exteriorizado conscientemente (ou não) por nós, para isso autor sistematizou no livro filosofias orientais milenares como o budismo e o taoísmo.


