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    Contos de Fantasmas (Clássicos do Medo) - sem natal

    Charles Dickens

    Nova Alexandria
    2019
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788574924687
    Português Brasileiro
    4.1
    18 avaliações
    Leram23Lendo1Querem18Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos1Desejados18Avaliaram18

    Certamente tanto o público brasileiro, assim como o de língua inglesa, está familiarizado com o Cântico de Natal, de Charles Dickens, uma história em que três fantasmas ajudam o protagonista e descobrir o significado do natal. Mas os fantasmas também estão presentes em vários outros contos do clássico autor inglês, independentemente do 25 de dezembro. Este volume da Coleção Clássicos do Medo reúne as melhores histórias de fantasmas de Dickens, que conduz o leitor aos limites da realidade, em textos onde não se sabe o que pode ser verdade ou o que se trata de imaginação. Charles Dickens não escrevia apenas sobre crianças vitimadas pelas crueldades da Inglaterra vitoriana. Ele também era um primoroso criador de histórias de fantasmas. Essas histórias, conhecidas como ghost stories no mundo anglo-saxônico, são uma joia na obra de Dickens. Compostas com o colorido, a precisão e a concisão de um grande artista da narrativa, elas cumprem seu papel de provocar medo no leitor, na medida em que mesclam o sobrenatural com a realidade cotidiana, reconhecível para todos nós.

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    Laura Araujo picture
    Laura Araujo17/11/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Uma boa leitura

    Não chega a ser tão bom quanto as obras mais famosas do Dickens, mas é uma boa leitura pra época de Halloween. Pra quem é medroso, pode ler tranquilo, não tem nada propriamente de terror, são "casos curiosos com fantasmas", intrigantes, mas pra dizer a verdade não achei nenhum excepcional. No geral achei que vale a pena a leitura, mas não recomendo começar a ler Dickens por esses contos por exemplo, nem é uma escolha boa pra quem tá procurando algo mais assustador.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 18
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas61%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Charles John Huffam Dickens profile picture

    Charles John Huffam Dickens

    Charles John Huffam Dickens foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo fato de todos os seus livros continuarem a ser editados. Entre os seus maiores clássicos destacam-se "Oliver Twist", "A Christmas Carol" e "David Copperfield". Dickens era filho de John Dickens e de Elizabeth Barrow. Educado por sua mãe, tomou gosto pelos livros. Durante três anos freqüentou uma escola particular. Contudo o seu pai foi preso por dívidas e, ainda adolescente, Dickens teve que trabalhar em uma fábrica que produzia graxa para sapatos. Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou, graças a uma herança recebida pelo pai. Mas sua mãe não permitiu que ele saísse logo da fábrica, o que fez com que Dickens não a perdoasse por isso. As más condições de trabalho da classe operária tornar-se-iam um dos temas recorrentes da sua obra. Em 1827, Dickens começou a trabalhar em um cartório. Apaixonado pela filha de um banqueiro, Maria Beadnell, suportou a desaprovação do romance pelos pais da moça, que acabou se tornando indiferente a ele. Em 1832 conseguiu um emprego como repórter no jornal "Morning Chronicle". Passou a publicar crônicas humorísticas sob o pseudônimo de Boz, reunidas mais tarde como "Esboços feitos por Boz". Com isso Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de "As Aventuras do Sr. Pickwick", que estabeleceu o seu nome como escritor. A 2 de Abril de 1836 Dickens se casou com Catherine Hogarth., com quem teve dez filhos. Dois anos depois começou a divulgar, em folhetins semanais, "Oliver Twist" onde, pela primeira vez, apontava os males sociais da era vitoriana. O romance era ilustrado por Cruikshank. Em 1838, Dickens escreveu "Vida e Aventura de Nicholas Nickleby", e, depois, "Loja de Antiguidades" (1840), "Barnaby Rudge" (1841) e "Martin Chuzzlewitt" (1843/44), escrito após uma viagem aos Estados Unidos. Em 1843, publicou o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol", ao qual se seguiriam outros, como "The Chimes" (1844), que escreveu durante uma viagem a Gênova e "O Grilo da Lareira" (1845). Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, "David Copperfield", inspirado em grande parte, na sua própria vida. Aos poucos sua obra se tornou mais crítica em relação às instituições inglesas. Seguem esta linha os seus livros "Assim São Dombey e Filho" (1847), "A Casa Sombria" (1852) e "Tempos Difíceis". Dickens separou-se da sua mulher em 1858. A causa da separação teria sido a atriz Ellen Ternan, que acompanhou o escritor até ao final dos seus dias, apesar de a união nunca ter sido reconhecida oficialmente. Dickens escreveu ainda "História de Duas Cidades" (1859), "Grandes Esperanças" (1861) e "Nosso Amigo Comum" (1864). Nos últimos anos de sua vida iniciou o livro "O Mistério de Erwin Drood", mas morreu antes de concluí-lo.

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    Hampshire, Inglaterra

    Charles John Huffam Dickens