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    A Marcha (Clássicos Ilustrados Ebal) (Gibi Edição Maravilhosa (Extra) #110) - Quadrinização do Romance da Abolição de Afonso Schmidt

    Álvaro de Moya

    EBAL / Editora Brasil-América
    1955
    50 páginas
    1h 40m
    ISBN-10: 852624275X
    Português Brasileiro
    5
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    [Edição Maravilhosa — 1ª Série, Número 110. Publicado em Setembro de 1955]. Afonso Schmidt — A Marcha: Romance da Abolição (Clássicos Ilustrados Ebal). Ilustradores: Álvaro Moya. Capa e Desenhos de Antônio Euzebio. Direção: Adolfo Aizen. (Brochura - Formato Americano - Quadrinhos em Preto e Branco). ==== https://www.novomilenio.inf.br/cultura/cult063z.htm https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Schmidt https://pt.wikipedia.org/wiki/Abolicionismo_no_Brasil ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/Edição_Maravilhosa https://en.m.wikipedia.org/wiki/Classics_Illustrated http://guiaebal.com/maravilhosa1.html http://guiaebal.com/maravilhosa2.html http://guiaebal.com/maravilhosa3.html http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/edicao-maravilhosa-1-serie-n-110/ed001100/55336 ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Marcha ==== A história se passa durante as lutas pela abolição da escravatura no Brasil onde o estudante Boaventura e o escravo forro Chico Bondade se infiltram em vários lugares a fim de instruir os escravos a fugirem, de forma que quando os proprietários fossem ter a suas senzalas as mesmas se encontravam vazias, pois os cativos haviam escapado com ajuda dos dois e levados para lugares onde seria fácil obter-lhes a liberdade. Entre os muitos episódios retratados, há uma marcha de protesto liderada por Chico Bondade junto aos escravos e as tropas do exército, convocadas para reprimir a manifestação, se recusam a combatê-los. . .

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    Wagner Paulin07/03/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    COMO SE ESTIVESSE NA CORTE...

    (...) - Aqui em São Paulo é quase como se a gente estivesse na Corte; há uma certa exigência na apresentação das pessoas da sociedade (...) Você com essas roupas feitas lá no interior está um candango (...) in: SCHIMIDT, Afonso. São Paulo: Brasiliense, 1981. pg. 32

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    Álvaro de Moya

    Álvaro de Moya (São Paulo, 1930) foi um jornalista, escritor, produtor, ilustrador e diretor de cinema e televisão. É considerado por alguns como o maior especialista em histórias em quadrinhos do Brasil. Professor aposentado da Universidade de São Paulo, foi um dos organizadores da Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos (junto com Jayme Cortez, entre outros), em 1951, na cidade de São Paulo. Além de ser a primeira exposição de quadrinhos da história do Brasil, foi de ineditismo também para o mundo. Atuou por muito anos na televisão e foi diretor da TV Excelsior onde criou conceitos e estruturas que revolucionaram a maneira de se fazer TV na época e que de certa forma persistem até hoje. Representou o Brasil em vários congressos sobre quadrinhos no mundo, como em Roma, Buenos Aires, Nova York e em Lucca, um dos principais do mundo. Correspondente da revista Wittyworld, dos Estados Unidos, foi colaborador de enciclopédias editadas na França, Espanha, Itália e Estados Unidos. Escolhido pela Universidade La Sapienza, de Roma, foi o único representante da América Latina em evento realizado na Itália, visando discutir o centenário dos comics. Já fez também charges e ilustrações com temáticas nacionalistas. Na Editora Abril, fez capas para as revistas O Pato Donald e Mickey.

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    São Paulo, Brasil

    Álvaro de Moya