O livro traz um paralelo dos acontecimentos históricos nacionais, desde a inconfidência mineira até os tempos atuais, mesmo se tratando de uma edição de 1989, em memória aos 200 anos da revolução francesa, com os ideais revolucionários que chocaram o mundo no fim do século XVIII. Com a chegada da família real ao Brasil, muitos estudantes foram para a França e outros países europeus, a fim de realizarem o ensino superior, principalmente na área do direito, e com isso, muitos deles trouxeram as ideias iluministas ao Brasil, fato que nos tornou dependentes em muitas áreas do conhecimento, vindo a desencadear em várias revoltas durante o império, e finalmente na república. Uma ideia que perpetua até hoje é de que a revolução é um bem necessário para o progresso do país, haja visto seu modelo Hegel-marxista que disseminou na imprensa e no meio universitário desde então. O livro traz reflexões a respeito da falta da ideia contra-revolucionária no país.