Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores13
    • Similares5
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Memórias de um Sargento de Milícias (Prazer de Ler #2) -

    Manuel Antônio de Almeida

    Edições Câmara
    2019
    201 páginas
    6h 42m
    ISBN-13: 9788540207257
    Português Brasileiro
    3.7
    12 avaliações
    Leram3Lendo1Querem9Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos0Desejados9Avaliaram12

    Único romance de Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um Sargento de Milícias (1854) foi publicado no auge do Romantismo, mas se distanciou dos traços idealizados e sentimentalistas que prevaleciam na época. Com estilo objetivo e realista, semelhante ao das crônicas históricas e de costumes, a obra destaca a população anônima das ruas do Rio de Janeiro nos tempos de D. João VI, sobretudo das zonas pobres da cidade, e ironiza regras, vícios e atitudes amorais da sociedade no início do século XIX. Nestas Memórias, um narrador onisciente relata com humor e dinamismo os esforços do personagem Leonardo para sobreviver e driblar as adversidades de sua condição social. Ao se deixar levar pela esperteza, pelas mentiras e pelas confusões e aproveitando-se dos episódios de sorte que tem na vida, o anti-herói Leonardo, “filho de uma pisadela e de um beliscão”, torna-se o primeiro grande malandro da literatura nacional.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Daniel Fernandes picture
    Daniel Fernandes29/01/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A leitura pode ser arrastada, mas é bom!

    Eu sou muito fã de clássicos da literatura nacional. Creio que, depois de certa idade e maturidade, a leitura passa a suplantar outras formas de diversões, e te conecta consigo mesmo, com o mundo, com o vernáculo e com a história do país. No caso desta obra, creio eu que ela seja de obrigatória consideração para aqueles que se enveredam nas estradas do Brasil passado. Em que pese a evolução do idioma, vê-se que o autor se preocupa, de maneira muito sutil no mais das vezes, em tecer críticas sociais próprias ao período e à sociedade contemporânea à feitura da obra. Mais que isso, constrói uma trama plural, cheia de núcleos e com lapsos de tempo muito bem cadenciados, mesclando-as entre si até um final surpreendente. Em minha opinião, contudo, muitas vezes, ao passear pelos focos da trama, o autor faz-se prolixo e arrastado, levando o leitor a desejar que o texto presente se encerre, reformando-se o lastro principal. Concluindo-se, vê-se que é um clássico primoroso do Brasil em livros, e está recomendado, com as ressalvas acima recitadas.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 12
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Manuel Antônio de Almeida profile picture

    Manuel Antônio de Almeida

    Manuel Antônio de Almeida era filho dos portugueses Antônio de Almeida e de Josefina Maria de Almeida. Enquanto fazia Faculdade de Medicina, as dificuldades financeiras o levaram ao jornalismo e às letras. Formou-se em Medicina em 1855, mas nunca exerceu a profissão. De junho de 1852 a julho de 1853 publicou, anonimamente, os folhetins que compõem as "Memórias de um Sargento de Milícias", reunidas em livro entre 1854-55, em dois volumes, com o pseudônimo de "Um Brasileiro". Na 3ª edição, em 1863 - já póstuma - apareceu com seu nome verdadeiro. Na mesma época, ele ainda escreveu a peça "Dois Amores" e a compôs versos esparsos. Além do romance, publicou a tese de doutoramento em Medicina e um libreto de ópera. Em 1858 foi nomeado Administrador da Tipografia Nacional, onde conheceu Machado de Assis, que trabalhava como aprendiz de tipógrafo. No ano seguinte, foi nomeado 2º Oficial da Secretaria da Fazenda. Em 1861, quando se preparava para entrar em campanha como candidato à Assembléia Provincial do Rio de Janeiro, faleceu no naufrágio do navio Hermes, próximo a Macaé (RJ). Não estava interessado em sucesso nem na moda literária, por isso escreveu sem compromissos e apresentou, em tom direto, bem humorado e com tendências realistas, a sociedade de então, principalmente a gente simples que povoava o Rio de Janeiro. Seu romance fez sucesso pelo humor imparcial e amoral, o estilo coloquial e, principalmente, por seu grande talento como narrador. Mesmo assim, a crítica só percebeu, muito tempo depois. Recentemente, alguns críticos, como Paulo Rónai, apontam como influência tanto na elaboração como nas características do protagonista, Leonardo, o romance espanhol picaresco e de costumes.

    45 Livros
    110 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Manuel Antônio de Almeida