Neste volume, narrado no fim do ano de 1960, vi Ikeda-sensei tendo de lidar com a expansão da organização Soka Gakkai no Japão. Ele percebe que o crescimento da organização trouxe consigo problemas gerenciais e mediante essa situação, parte para orientar e repreender os membros que de certa forma, se desviaram da filosofia budista na hora de exercer suas responsabilidades.
Com foco na “iniciativa”, na “empatia” e principalmente na “compaixão”, os episódios narrados, serviram como grande reflexão acerca das minhas posturas na sociedade com relação a trabalho, religião, amigos, família e relacionamento amoroso.
A denúncia às tiranias do governo e à corrupção de líderes religiosos prevalece, evidenciando como a relação entre esses dois grupos é fatal para o desenvolvimento de uma nação e para a construção da paz global.
Além dos recortes históricos sobre a história do Japão pós-guerra, outro aspecto que me deixou apreensivo foram os trechos a respeito de desastres naturais.
Por fim, fica a mensagem de que cada um é responsável por manter organizada a própria vida, e que essa vida está diretamente conectada a todas as outras relações que possuímos, por mais simples que possam parecer aos meus olhos.
Ou seja: tudo que circunda a minha vida, tudo que me acontece - e tudo que também não me acontece - é consequência de minhas ações, palavras e pensamentos.